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	<title>Rota do Chá</title>
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	<description>Blog da jornalista Hanny Guimarães</description>
	<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 03:45:44 +0000</pubDate>
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		<title>Wu Yi Da Hong Pao</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 03:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

		<category><![CDATA[chá chinês]]></category>

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		<description><![CDATA[Um oolong chinês cheio de flor e amêndoa ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tipo:</strong> chá oolong<br />
<strong>Forma:</strong> folhas soltas inteiras<br />
<strong>Origem:</strong> Wu Yi, Fujian Province, China<br />
<strong>Fabricante:</strong> &#8211;<br />
<strong>Quanto:</strong> &#8211;<br />
<strong>Ano:</strong> 2009<br />
<strong>Cafeína:</strong> sim</p>
<p>Em maio deste ano recebi um e-mail com o assunto “<strong>chás chineses</strong>”. Era o João, um leitor do blog, querendo trocar algumas ideias sobre afinidades de chá e suas experiências com a bebida no Oriente – onde morou por um tempo -, além de planos que, torço muito, se concretizem. Ao final da conversa, João colocou algumas sacolinhas com chá sobre a mesa e disse: são seus. Eram amostras de alguns dos melhores chás chineses e fiquei feliz por ele querer compartilhar comigo aquelas iguarias.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/dahong04.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-798" title="Da Hong Pao wu long em infusão" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/dahong04.jpg" alt="Da Hong Pao wu long em infusão" width="403" height="268" /></a></p>
<p>Entre os chás que ganhei de João, estavam dois oolongs. Foi João, aliás, que me ensinou que existem diferentes graus de<strong> oxidação</strong> neste tipo, ou seja, a oxidação pode ser maior ou menor, e ainda assim continua sendo um <strong>oolong</strong>. O que mais me chama atenção, e o que é tema da resenha, é o <strong>Wu Yi Da Hong Pao</strong>.</p>
<p>Mas antes, um pouco sobre os oolongs. Mesmo mais famosos em <strong>Taiwan</strong>, os oolongs têm origem – e fãs – também na China (províncias de <strong>Fujian</strong> e <strong>Guangdong</strong>). Na escrita, <strong>Wu Long,</strong> que significa “dragão negro”. Conta a lenda que um produtor estava caminhando em seu jardim de chá em busca de novos sabores. Enquanto pensava no trabalho, ele viu uma grande cobra negra entre os arbustos e convencido de que era um sinal, colheu algumas folhas de chá como amostra e foi aí que o nome wu long foi criado.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/dahong02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-799" title="Sacolinha com Da Hong Pao que ganhei do João" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/dahong02.jpg" alt="Sacolinha com Da Hong Pao que ganhei do João" width="389" height="291" /></a></p>
<p>O oolong está entre o chá verde e o preto na oxidação. É um chá <strong>semi-oxidado</strong> também conhecido como <strong>blue-green</strong>, termo mais usado no mercado por produtores e exportadores.</p>
<p>O Da Hong Pao é um dos meus oolongs preferidos. Cultivado na montanha de Wu Yi, na província de Fujian, geralmente tem folhas mais desenvolvidas, é semi-oxidado a 40% e tostado.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/dahong01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-800" title="Folhas de Da Hong Pao antes da infusão" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/dahong01.jpg" alt="Folhas de Da Hong Pao antes da infusão" width="389" height="259" /></a></p>
<p><strong>Folha seca</strong> (antes da infusão)<br />
Na amostra que provei, as folhas antes da infusão se mostraram alongadas, de aparência uniforme e de cor verde-castanho – se é que isso é possível. O aroma da folha é muito floral e doce.</p>
<p><strong>Infusão</strong><br />
Cor alaranjada e aroma extremante floral. No sabor, o aroma não engana e continua lembrando jasmim com um toque de acidez. É levemente adocicado, mas ao final diz cheio de educação que não é um cara meloso, revelando um tantinho de amargor. A textura é delicada e aveludada.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/dahong03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-801" title="Folhas de Da Hong Pao após a infusão" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/dahong03.jpg" alt="Folhas de Da Hong Pao após a infusão" width="389" height="259" /></a></p>
<p><strong>Folha após infusão</strong><br />
Incrível como expandiu bem. Após a infusão é possível notar, claramente, a cor esverdeada das folhas semi-oxidadas, antes escondida no castanho da folha seca.</p>
<p><strong>Vai bem com&#8230;</strong><br />
Sobremesas com amêndoas, queijos como o brie e biscoitinhos amanteigados. Creio que algo com pêssego também vai bem, mas preciso testar isso (rs)</p>
<p><strong>Obs.:</strong> clique nas imagens para ampliar</p>
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		<title>Test Taste</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 04:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[dicas]]></category>

		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

		<category><![CDATA[chá em sachê]]></category>

		<category><![CDATA[chás em saquinho]]></category>

		<category><![CDATA[tea bag]]></category>

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		<description><![CDATA[Os chás em saquinho são práticos, mas será que são gostosos? Degustamos 10 marcas em busca da resposta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cel_jul_2010-077.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-783" title="Provando um dos chás da degustação... E sem fazer cara feia!" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cel_jul_2010-077.jpg" alt="Provando um dos chás da degustação... E sem fazer cara feia!" width="360" height="480" /></a></p>
<p>Se tem algo que torna os saquinhos de chá tão atraentes é a praticidade. Basta uma xícara com água quentinha, a imersão do envelope com a erva e pronto! Em poucos minutos, uma infusão reconfortante aquece os dias de frio. É quase peça curinga. Quando bem transportado nas idas e vindas do trabalho, o envelopinho nos livra do pesadelo “café de máquina da firma”.</p>
<p>Na tentativa de apresentar ao leitor a qualidade dos produtos que encontramos nas prateleiras do mercado, a revista <a href="http://revistamenu.terra.com.br/index.htm" target="_blank">Menu</a> resolveu colocar 10 marcas de diferentes chás em saquinho a prova (Celestial Seasonings, Inti Zen, Jasmine, Dr. Oetker, Twinings, Casino, Revolution, Namaste, Ahmad Tea London e Leão). Por que em sachê e não a granel? Porque é o que nós, brasileiros, mais consumimos, além de ser o formato mais disponível no comércio nacional.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cel_jul_2010-0821.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-784" title="A repórter Beatriz Marques desenvolvendo seu olfato de chás" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cel_jul_2010-0821.jpg" alt="A repórter Beatriz Marques desenvolvendo seu olfato de chás" width="384" height="288" /></a></p>
<p>A repórter <strong>Beatriz Marques</strong> – que conduziu a degustação – me enviou um convite para dar uma força na tarefa e lá fui eu, ao lado de<strong> Luciana Mastrorosa</strong> (editora assistente), <strong>Suzana Barelli</strong> (diretora de redação) e <strong>Paula Simonsen </strong>(especialista do <strong>hotel Emiliano</strong>) sorrir e chorar com as pérolas que nos esperavam.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cel_jul_2010-083.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-787" title="No final, para nossa alegria, docinhos e salgadinhos" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cel_jul_2010-083.jpg" alt="No final, para nossa alegria, docinhos e salgadinhos" width="384" height="288" /></a></p>
<p>A prova foi feita às cegas, ou seja, sem conhecermos as marcas – só vimos ao final da degustação. Funcionários do hotel preparavam os chás à distância, e nos traziam em seguida em <strong>xícaras brancas</strong>. Entre uma erva e outra, bebericamos água com gás que costuma limpar o paladar para a etapa seguinte. Tivemos chá preto, verde, branco e infusões como as de maçã com canela, morango e roiboos.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cel_jul_2010-079.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-785" title="A querida Luciana Mastrorosa experimentando sua &quot;delícia&quot;, enquanto coloco as notas lá atrás" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cel_jul_2010-079.jpg" alt="A querida Luciana Mastrorosa experimentando sua &quot;delícia&quot;, enquanto coloco as notas lá atrás" width="384" height="288" /></a></p>
<p>Observamos o <strong>visual</strong>, o <strong>aroma</strong> e o <strong>paladar</strong>. Partilhamos sabores e confabulamos opiniões. Uns agradaram, outros&#8230; Melhor deixar para as descrições que podem ser lidas na Menu de agosto. A matéria está linda, cheia de cor e vida, e o texto, mais uma vez, super bem escrito por Beatriz. Por sugestão dela, aliás, foi que indicamos um quitute que poderia combinar com o chá em questão. O que também segue nas páginas do test taste como ideia de harmonização.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cel_jul_2010-078.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-786" title="Suzana e Paula também curtindo - ou nem tanto - suas xícaras de chá " src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cel_jul_2010-078.jpg" alt="Suzana e Paula também curtindo - ou nem tanto - suas xícaras de chá " width="384" height="288" /></a></p>
<p>Não vou postar aqui – ainda – que é para não estragar a surpresa e o prazer de folhear na banca e levar para casa para ler, tomando seu chá preferido. Por enquanto, fiquem com as imagens de backstage do encontro. Mas aviso logo&#8230; Para quem gosta de chá, a matéria está imperdível. Utilidade pública!!</p>
<p>Fotos: Beatriz Marques</p>
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		<title>Achados no mercado</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 01:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[acessórios]]></category>

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		<description><![CDATA[Chá rende e não só como bebida. Produtos preparados com a planta ou para ela – ou  infusões - ganham espaço nas gôndolas brasileiras]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/infusor_matte_08.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-763" title="Kit promocional Matte Leão: 2 pacote de erva mate  tostada e um infusor" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/infusor_matte_08.jpg" alt="Kit promocional Matte Leão: 2 pacote de erva mate tostada e um  infusor" width="256" height="384" /></a></p>
<p>Em minhas andanças pelo supermercado sempre encontro produtos relacionados ao chá. Poucos, no entanto, valem a pena. Ao contrário da rotina, esta semana topei com duas novidades que surpreenderam antes mesmo de irem parar no carrinho.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/infusor_matte_06.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-764" title="Infusor montado  esperando a erva..." src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/infusor_matte_06.jpg" alt="Infusor montado esperando a erva..." width="256" height="384" /></a></p>
<p>Uma delas é o kit promocional <a href="http://www.matteleao.com.br/" target="_blank">Matte Leão</a>, da marca Leão Junior, contendo dois pacotes de 250 g de erva mate tostada [sobre erva mate vale dar uma lida na matéria que saiu na edição 28 da revista <a href="http://revistaespresso.uol.com.br/" target="_blank">Espresso</a>] e um infusor semelhante ao que já <a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2009/03/you%e2%80%99ve-got-mail/" target="_blank">postei aqui</a> e comprei na americana Adagio Teas, com algumas diferenças na construção. E foi o equipamento que chamou a atenção. Achei muito bacana a proposta da empresa em dar a oportunidade do consumidor fazer a erva em folha a granel, sempre melhor que os restinhos que vão para os saquinhos, e ainda manter a praticidade e o preço acessível.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/infusor_matte_04.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-765" title="Detalhe do infusor: copo plástico com peneira" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/infusor_matte_04.jpg" alt="Detalhe do infusor: copo plástico com peneira" width="256" height="384" /></a></p>
<p>O aparelho tem uma jarra de vidro com capacidade para 600 ml, embora o copo infusor de plástico para apenas 220 ml. Mas diferente do que diz a embalagem, que é &#8220;perfeito para o uso individual&#8221;, o fato de usar folhas a granel permite fazer mais de uma infusão com a mesma erva, dependendo da qualidade da planta. Então dá para compartilhar. Além disso, é possível preparar outras infusões, utilizando seu chá preferido e não só o mate. Também permite brincar com misturas como acrescentar raspinhas de limão na hora da infusão.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/infusor_matte_02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-766" title="Preparo da erva mate no infusor" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/infusor_matte_02.jpg" alt="Preparo da erva mate no infusor" width="256" height="384" /></a></p>
<p>O copo infusor de plástico nem sempre é a forma ideal de preparar a bebida, pois em contato com a água quente pode liberar componentes que alteram o resultado final. Isso dependendo do material e não tenho informações para falar deste.  De qualquer forma, só o fato de haver a preocupação de possibilitar ao consumidor fazer uma infusão melhor e não limitá-lo, sendo que pode fazer qualquer outro tipo de bebida com o prático dispositivo, a atitude já é louvável.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/infusor_matte_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-767" title="Prático também após o preparo, o copo é retirado da jarra e depositado sobre a tampa. A infusão está pronta para ser consumida" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/infusor_matte_01.jpg" alt="Prático também após o preparo, o copo é retirado da jarra com a infusão pronta para ser consumida" width="256" height="384" /></a></p>
<p><strong>Para saber mais</strong><br />
<strong>Kit Matte Leão + Infusor:</strong> 2 pacotes de 250 g de erva mate tostada; infusor com jarra de vidro, copo plástico com filtro em aço inox e tampa plástica<br />
<strong>Valor:</strong> 14,95<br />
<strong>Preparo:</strong> coloque a erva que preferir no interior do copo [o filtro tem peneira bem fina e quase não permite passar resíduos]. Acrescente água quente e feche o copo com a tampa. Deixe em infusão no tempo que desejar. A seguir, aperte o botão a mostra na tampa e o líquido cairá automaticamente na jarra.<strong> </strong>De acordo com a marca, o material não absorve odores. Mesmo assim, após o uso, lave imediatamente com água corrente para não correr o risco de manchar o recipiente.<br />
<strong> Onde encontrar: </strong>Supermercados <a href="http://www.paodeacucar.com.br/" target="_blank">Pão de Açúcar</a> - SP [vale checar no seu mercado de preferência]</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/biscoito_03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-768" title="Biscoito integral de  chá verde. Embalagem promete e não falha..." src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/biscoito_03.jpg" alt="Biscoito integral de chá verde. Embalagem promete e não falha..." width="256" height="384" /></a></p>
<p>Outro produto que fez minha semana foi este biscoito de chá verde. Ganhou espaço entre as compras por ter na embalagem o apelo dos polifenóis da camellia sinensis: bolachas integrais com polifenóis do chá verde. Achei que era tanta balela de publicidade estampada em uma embalagem que resolvi comprar, pensando que iria desmascarar a bobagem.</p>
<p>As minhas provas de produtos industrializados feitos com chá até hoje tinham sido um desastre. O gosto sempre foi de qualquer outra coisa, menos chá. Em geral, exageram no açúcar que acaba escondendo o sabor. Surpresa minha, a prova foi boa.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/biscoito_02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-769" title="Detalhe dos benefícios do biscoitinho" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/biscoito_02.jpg" alt="Detalhe dos benefícios do biscoitinho" width="336" height="335" /></a></p>
<p>Para esclarecer, embora não tenha conhecimento científico para falar sobre os tais polifenóis acho justo ao menos dizer o que é e o que dizem fazer para não ficarmos boiando por aqui como eu fiquei no mercado. São estruturas químicas presentes em organismos vegetais como raízes, folhas, caules e frutos. Agem na pigmentação, no crescimento, na reprodução e na resistência das plantas contra as doenças. Possui, entre outros benefícios, as tão alardeadas propriedades antioxidantes “que evitam a ação destrutiva das moléculas de radicais livres que degeneram as células”, segundo artigo no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A1_verde" target="_blank">Wikipedia</a>. Pesquisas têm apontado também seus benefícios no combate a certos tipos de câncer. Acho válido sempre, e se o assunto interessar mais, buscar informações em boas bibliografias que poderão ajudar além dessa rápida pincelada aqui. Penso ser ótima a associação do chá com benefícios para a saúde, mas para mim é consequência e meu foco está primeiro no sabor.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/biscoito_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-770" title="Os biscoitos são crocantes e o aroma e o sabor são de chá verde como promete a embalagem" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/biscoito_01.jpg" alt="Os biscoitos são crocantes e o aroma e o sabor são de chá verde como promete a embalagem" width="256" height="384" /></a></p>
<p>Seguindo, os biscoitinhos são integrais, sem adição de açúcar. Lembra chá verde no aroma, mas é no paladar que o ingrediente se faz mais presente. O cookie é bem crocante e parece uma infusão de chá verde <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bancha" target="_blank">bancha</a> com um toquezinho de limão e nozes. No final, um leve amargor e uma sensação agradável na boca. O produto é produzido na Espanha pela empresa <a href="http://www.santiveri.es/" target="_blank">Santiveri</a>.</p>
<p><strong>Para saber mais</strong><br />
Cooki Sanas té verde [sem adição de açúcar]<br />
<strong>Peso:</strong> 100 g<br />
<strong>Valor:</strong> 5,99 [um tanto caro para a quantidade, mas acho que vale a pena experimentar]<br />
<strong> Onde encontrar:</strong> <a href="http://www.santaluzia.com.br/" target="_blank">Casa Santa Luzia</a> - SP [vale checar no seu mercado de preferência]</p>
<p><strong>Obs.:</strong> este NÃO é um post patrocinado. As informações contidas aqui refletem, exclusivamente, minhas experiências com os produtos relacionados no texto.</p>
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		<title>Chás Ronnefeldt</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 02:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Fui conhecer a marca alemã que acaba de chegar ao Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/041.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-756" title="Chás Ronnefeldt em saquinhos sem cloro e com folhas a granel de melhor qualidade" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/041.jpg" alt="Chás Ronnefeldt em saquinhos sem cloro e com folhas a granel de melhor qualidade" width="384" height="256" /></a></p>
<p>Seria pedir demais que no país do café o chá fosse mais que coadjuvante. Mas se tem algo que me chateia é a falta de opção na hora de comprar uma boa bebida por aqui.  Aos poucos, no entanto, acredito, a mudança chega e as seleções escassas ganham concorrência. O mercado conquista com bons negócios e o consumidor ainda mais com direito a escolha.</p>
<p>Quando a <a href="http://twitter.com/CrisMunizAraujo" target="_blank">Cris Muniz</a>, leitora do blog que cantou a novidade, comentou sobre a vinda dos chás <a href="http://www.ronnefeldt.de/html_englisch/teehaus/welt-der-tees.html" target="_blank">Ronnefeldt</a> para o Brasil, corri para saber do que se tratava. Não conhecia a marca e me animei com a notícia. Um contato aqui, outro ali e cheguei até a Isabel Farincho que é quem está trazendo o produto pra cá. Logo marcamos um encontro. Assim, eu poderia conhecer mais sobre a proposta.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/08.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-757" title="Green Angel, blend de chá verde da Ronnefeldt" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/08.jpg" alt="Green Angel, blend de chá verde da Ronnefeldt" width="384" height="256" /></a></p>
<p>A ida até Santo André valeu a pena. Isabel me apresentou a <a href="http://www.ronnefeldt.com.br/" target="_blank">Encantee</a> – sua importadora – e entre uns goles de chá e outros de conversa mostrou os produtos do catálogo. A Ronnefeldt é centenária. Existe desde 1823. Mas nem por isso parou no tempo. Pelo contrário, a qualidade se aprimorou com o passar dos anos e a empresa aprendeu a se comunicar com um público novo. Os chás que pude provar, ao menos, tinham sabor e a aroma frescos e muito agradáveis.</p>
<p>Na ocasião da minha visita, Isabel tinha disponíveis os chás em saquinho, mas folhas de <a href="http://revistaespresso.uol.com.br/Edicoes/27/artigo163230-1.asp" target="_blank">classificação</a> <em>fanning</em> e não <em>dust</em> [padrão usado nos saquinhos de qualidade inferior] e outros <em>tea bags</em> mais elaborados. Na verdade, só eram saquinhos no formato, pois na essência tinham boas folhas inteiras, com medida exata para uma xícara de chá. Uma alternativa prática sem perder a qualidade. O material dos <em>tea bags</em> não contém cloro, componente que pode interferir no sabor da bebida.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/07.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-758" title="Sencha, Darjeeling... Algumas das opções práticas sem perder no sabor" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/07.jpg" alt="Sencha, Darjeeling... Algumas das opções práticas sem perder no sabor" width="384" height="256" /></a></p>
<p>A ideia da Encantee é comercializar as folhas a granel, além das opções práticas. Como objetivo inicial, Isabel me contou que pretende levar os chás à cafeterias, hotéis e spas. Esse é o principal foco da empresa. Um caminho, talvez, financeiramente mais viável em um mercado ainda de nicho no Brasil. Mas nada impede que mostre seus produtos a curiosos como eu.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/051.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-759" title="Detalhe do material do saquinho de chá que não leva cloro na composição" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/051.jpg" alt="Detalhe do material do saquinho de chá que não leva cloro na composição" width="378" height="384" /></a></p>
<p>Sinceramente, foi muito bom conhecer tanto o produto quanto quem o está trazendo. Isabel é muito honesta com o que oferece e empenhada no aprendizado sobre chás. Estou ansiosa agora para provar a versão a granel de muitos outros chás da Ronnefeldt. A propósito, ainda tenho algumas amostras da marca aqui e, em breve, vou disponibilizar a resenha de algum deles no blog.</p>
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		<title>Chá das Cinco</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 20:04:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[chá das cinco]]></category>

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		<description><![CDATA[Seis harmonizações, quatro blogs e um encontro para muitas tardes... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/sencha_bemcasado_02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-741" title="O bom casamento de um sencha com um bem-casado" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/sencha_bemcasado_02.jpg" alt="O bom casamento de um sencha com um bem-casado" width="346" height="230" /></a></p>
<p>Uma das coisas mais bacanas desde que comecei o blog é poder trocar ideias com pessoas do mundo todo que também gostam de chá e estão interessadas em compartilhar por meio de comentários, e-mails ou mesmo encontros - como já aconteceram algumas vezes -, informações e afinidades.</p>
<p>Na minha caixa de e-mail pintou uma proposta irresistível recentemente. Era o Gustavo Rigueiral, do blog <a href="http://chefaporter.com.br/" target="_blank">Chef-à-Porter</a>, dando um alô e chamando para uma tarde de chá e quitutes. O que logo me pareceu uma ótima! Não conhecia o Gustavo, mas tínhamos uma amiga em comum. Devidamente – e virtualmente – apresentados por ela, engatamos um papo bom sobre diversos chás e guloseimas que poderiam harmonizar com eles.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/bastidores_05.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-742" title="O chef-à-porter, Gustavo Rigueiral, após furtar sorrateiramente um bem-casado" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/bastidores_05.jpg" alt="Gustavo após furtar, sorrateiramente, um bem-casado" width="256" height="384" /></a></p>
<p>Dei o nome de alguns chás que tinha em casa, passei a descrição de cada um, o que mostravam na xícara e no paladar e Gustavo foi pensando no que podia preparar para a combinação. Para ajudar na tarefa, ele convidou mais duas gurias pra lá de bacanas. Gustavo estudou gastronomia e chamou a amiga de faculdade, Leonora De Mauro, do blog <a href="http://foiegrasliterario.wordpress.com/" target="_blank">Foie Gras Literário</a>, e a jornalista boa de garfo, Larissa Januário, do <a href="http://semmedida.blogspot.com/" target="_blank">Sem Medida</a>.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/bastidores_04.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-743" title="Leonora, do Foie Gras Literário, aprontando os quitutes na cozinha" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/bastidores_04.jpg" alt="Leonora, do Foie Gras Literário, aprontando os quitutes na cozinha" width="256" height="384" /></a></p>
<p>Acertamos as bebidas, as comidinhas que as acompanhariam, o dia e o que se viu foi um chá da tarde apelidado carinhosamente de farra gastronômica. Comemos e bebemos para uns seis “chá das cinco” em apenas uma tarde. E foi bom&#8230; Foi mesmo uma farra. Os três [Gustavo, Leonora e Larissa] se juntaram um dia antes para preparar as delícias e deixar o que pudesse ser finalizado no dia seguinte, em minha casa. Separei folhas, xícaras. Eles chegaram com as  receitas que harmonizariam com os chás e passamos a tarde brindando à moda inglesa.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/bastidores_03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-744" title="Larissa Januário, do Sem Medida, matando a fome com uma das comidinhas do cardápio" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/bastidores_03.jpg" alt="Larissa Januário, do Sem Medida, matando a fome com uma das comidinhas do cardápio" width="256" height="384" /></a></p>
<p>O encontro rendeu seis harmonizações para a hora do chá. Semanalmente, as combinações serão publicadas por aqui e nos blogs amigos. Espero que reproduzam por aí e apreciem sem moderação!</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/bastidores_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-752" title="Pincelando os bem-casados" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/bastidores_01.jpg" alt="Pincelando os bem-casados" width="336" height="224" /></a></p>
<p>Vou começar com o duo chá verde Sencha e bem-casado. A suavidade do chá acompanhou a leveza do docinho e limpou o paladar ao final. Veja os comentários dos comensais:</p>
<p><strong>Hanny:</strong> chá verde japonês, boa qualidade, muito consumido durante as refeições. Gosto porque é suave, não apresenta quase nenhum tanino. Algumas pessoas brincam dizendo que é como um vinho branco que vai bem com peixes.</p>
<p><strong>Gustavo: </strong>Pensei que poderia ir bem com o nosso tradicional bem-casado. O que você acha? Um doce leve, com uma massa bastante neutra e um creme clássico de ovos e baunilha, deve preservar e ressaltar todas as características desse maravilhoso chá.</p>
<p><strong>Leo:</strong> Achei perfeito.</p>
<p>Vamos ao duo, então!</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/sencha_bemcasado_03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-745" title="Chá quentinho, bem-casado desmanchando na boca... " src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/sencha_bemcasado_03.jpg" alt="Chá quentinho, bem-casado desmanchando na boca... " width="308" height="384" /></a></p>
<p><strong>Sencha e Bem-casado</strong></p>
<p><strong>Calda</strong><br />
500 g de açúcar de confeiteiro<br />
Água fervente para formar um “mingau ralo” (100 a 200 ml)<br />
Essência de baunilha a gosto<br />
<strong>Preparo:</strong> em uma vasilha, coloque o açúcar de confeiteiro e aos poucos a água fervente, até formar um mingau ralo. Perfume com baunilha.</p>
<p><strong>Recheio [Creme Inglês]</strong><br />
150 ml de leite<br />
4 gemas<br />
1 fava de baunilha [se não tiver fava, use 1 colher de sopa de essência de baunilha]<br />
<strong>Preparo: </strong>bata o açúcar com as gemas até obter um creme leve e branco. Aqueça o leite com a fava de baunilha até ficar levemente morno. A fava deve ser cortada ao meio e ter as suas sementes retiradas. Remova a fava, junte o leite às gemas, incorpore e volte ao fogo brando, mexendo até engrossar. Não se esqueça de retirar a fava de baunilha. Não se deve engrossar o creme com a fava na mistura. A fava você pode colocar no açucareiro e deixar curtindo.</p>
<p><strong>Pão de Ló</strong><br />
6 ovos extragrandes em temperatura ambiente (+ ou – 380 gramas com casca)<br />
1 colher de sopa de essência de baunilha                                                                                               4 colheres de sopa bem cheias de fécula de batata (110 gramas)<br />
4 colheres de sopa bem cheias de farinha de trigo (130 gramas)<br />
8 colheres de sopa bem cheias de açúcar (235 gramas)<br />
1 colher de sobremesa bem cheia de fermento em pó (14 gramas)<br />
<strong>Preparo:</strong> passe as gemas pela peneira. Bata as gemas com o açúcar e a baunilha até obter um creme claro e cheio de “bolhas”. Bata as claras em neve. Em outra vasilha, peneire a farinha, a fécula e o fermento. Depois de bem batidas, junte as gemas às farinhas e misture rápida e delicadamente. Misture ligeiramente sem incorporar tudo. Em seguida, adicione as claras em neve e misture delicadamente. A mistura não deve ficar totalmente homogênea, pois, no caso de pão de ló, quanto mais mexido menos ele cresce. As assadeiras devem estar pouco untadas, ou os bem-casados não vão crescer em altura, mas sim em largura. Com o auxílio de uma colher de sobremesa ou duas, “pingue” pequenas porções circulares de massa, mantendo distância umas das outras, para que possam crescer sem grudar. Leve para assar em forno pré-aquecido. O bem-casado deve assar na parte inferior do forno e só depois corar na parte superior. Quando estiver levemente dourado, retire do forno. Não retire do forno se estiver muito branco e não deixe passar do ponto. Depois que as pequenas porções circulares estiverem assadas, faça os pares e deixe-os sobre uma superfície lisa, devidamente enfarinhada. Recheie com o creme inglês generosamente, evitando o excesso de doce nas bordas. Depois que todos estiverem recheados, retire com um pincel toda a farinha que estiver grudada, preparando-os para passar a calda. Passe a calda nos doces com a ajuda de um pincel de silicone, cuidando para não marcá-los e deixe secar.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/sencha_bemcasado_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-746" title="Chá verde japonês, Sencha" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/sencha_bemcasado_01.jpg" alt="Chá verde japonês, Sencha" width="280" height="384" /></a></p>
<p>Sirva com Sencha no tempo de infusão que desejar. Usamos, para 5 colheres de chá do chá e 700 ml de água, 1 min 30 s de infusão.</p>
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		<title>Chá das Cinco</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 20:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[chá das cinco]]></category>

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		<description><![CDATA[O jeito árabe de tomar chá e acompanhamentos que não podem faltar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-731" title="Chás das Cinco - Pão torradinho, coalhada seca e chá preto" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/02.jpg" alt="Chás das Cinco - Pão torradinho, coalhada seca e chá preto" width="336" height="224" /></a></p>
<p>Dia desses fui a uma <a href="http://www.babekkebab.com.br/" target="_blank">kebaria</a> e ao final da refeição pedi um chá que estava no cardápio. Era um preto em saquinho e, para a minha surpresa, a experiência foi boa. Ao trazer o chá, a moça disse: aí [no cardápio] está dizendo preto, mas na verdade é vermelho. Fiquei curiosa com a exclamação e pensei que fosse até uma infusão africana chamada rooibos, também conhecida como red bush. Mas ela se referia mesmo à tonalidade da bebida. O chá preto após a infusão costuma ter coloração avermelhada. Dias depois, lendo um dos livros que tenho, estava lá “red tea” para definir chás pretos consumidos na antiguidade por povos asiáticos e árabes. Acredito que seja a tradução do francês para o inglês que denomina alguns tipos de chá diferente de como conhecemos, mas achei curiosa a ligação e me lembrei exatamente do dia no restaurante.</p>
<p>Muitas mercadorias como especiarias e seda eram transportadas em camelos e cavalos no passado. As rotas começavam na China, atravessavam o deserto de Gobi, na Mongólia, seguiam pelas montanhas de Pamir e continuavam a jornada ao norte do Afeganistão, passando pelo mar Cáspio e alcançando o Mediterrâneo. Foi dessa forma, por meio dessas caravanas que ultrapassavam a península árabe, que o no século nono os árabes descobriram o chá. A planta, também transportada nessa via comercial, encontrou lugar na Líbia.</p>
<p>Em muitas regiões árabes o chá tem sido consumido por séculos. Eles preferem uma bebida mais concentrada e às vezes as folhas são fervidas até junto com a água. Geralmente usam um blend de chás pretos de origens diferentes, vindos da China, índia Sri Lanka (antigo Ceilão), Quênia e Turquia. A mistura de folhas e a infusão concentrada caracterizam o modo particular do árabe de tomar chá.</p>
<p>Neste chá das cinco, reproduzo a versão árabe da bebida e, para acompanhar, uns pãezinhos torrados com coalhada seca, também tradicional na região. Combinou bem, amenizando a sensação tânica deixada pelo chá concentrado.</p>
<p>Procurei em várias lojas um daqueles copos árabes, decorados, cheio de ornamentos para fazer tudo conforme manda o figurino, mas não encontrei. Por isso, coloquei neste copo que vocês conferem na foto. Não é o correto, mas quebra o galho.</p>
<p>A bebida feita por lá, como já disse, é bem concentrada e para chegar neste resultado costumam usar folhas de chá preto de qualquer tamanho (inteiras ou partidas), mas o segredo está na infusão. Primeiro fazem uma infusão forte, usando mais chá para uma quantidade pequena de água. Após a infusão, acrescenta-se um pouco mais de água quente, diluindo a bebida. Eles costumam adicionar especiarias e cascas de frutas cítricas. Isso pode ser feito durante a infusão ou após.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/05.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-732" title="Chá preto bem concentrado - à moda árabe" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/05.jpg" alt="Chá preto bem concentrado - à moda árabe" width="256" height="384" /></a></p>
<p><strong>Para o chá</strong><br />
3 colheres de chá de chá preto (eu usei um chá Assam e dois do Ceilão, ambos da Tee Gschwendner, mas pode usar qualquer preto que tiver em casa)<br />
1 copo de água<br />
Raspas de casca de limão</p>
<p>Fiz uma infusão de 4 minutos com a metade da medida de água quente a 90ºC, e as raspinhas de limão. Depois coei e acrescentei o restante da água. Fica bem tânico, mas não é nada que nos deixe de cara feia. Para falar a verdade, até gostei bastante.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/04.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-733" title="Coalhada seca temperada com sal e um fiozinho de azeite" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/04.jpg" alt="Coalhada seca temperada com sal e um fiozinho de azeite" width="256" height="384" /></a></p>
<p><strong>Para a coalhada seca</strong><br />
1 litro de leite<br />
1 copo de iogurte natural</p>
<p>Fervi o leite, deixei mornar (dizem que o segredo da hora certa de acrescentar o iogurte é colocar o dedo e se você conseguir permanecer com ele no leite por 10 segundos, está bom, pode colocar o iogurte) e acrescentei o iogurte. Mexi até misturar leite e iogurte e coloquei um recipiente de vidro com tampa. Deixei de um dia para o outro. Fica uma mistura mais consistente, tipo de iogurte mesmo. Então é hora de coar a coalhada. Coloquei em um pano bem fininho e deixei o soro escorrer durante um dia inteiro. Depois disso está pronta a coalhada. Tirei do pano, transferi para uma outra vasilha com tampa e coloquei na geladeira.  Fica uma delícia. Para acompanhar o chá, acrescentei um pouquinho de sal e azeite. A receita da coalhada é da Janaína,<a href="http://blogs.estadao.com.br/paladar/simbiose-na-cozinha/" target="_blank"> aqui</a>.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-734" title="Pão que era para ser sírio, mas sem fermento virou um pãozinho torrado bem crocante" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/01.jpg" alt="Pão que era para ser sírio, mas sem fermento virou um pãozinho torrado bem crocante" width="336" height="224" /></a></p>
<p><strong>Para o pão</strong><br />
1 xícara de farinha de trigo<br />
½ colher de chá de açúcar<br />
1 colher de chá de sal<br />
½ xícara de água</p>
<p>A receita original manda colocar fermento biológico seco, mas eu não tinha em casa e por isso fiz sem. E ficou bom. Não cresceu, ficou torradinho e a textura ficou bom com a coalhada.<br />
Fiz o seguinte, misturei tudo. Quando consegui formar uma massa tipo de pão, divide em quatro bolinhas pequenas e deixei descansar por 30 minutos na geladeira. Depois disso, abri a massa com um rolo e estiquei bem, até ficar bem fininha. Levei ao forno e retirei quando começou a dourar um pouquinho.</p>
<p>Aí é sentar na cozinha, besuntar o pãozinho com coalhada e combinar com chá que fica uma beleza!</p>
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		<title>Teste a prova d’água</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 21:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Três marcas, um chá e muitos resultados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/prata_panna_pink_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-711" title="Que água vai melhor com seus chás?" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/prata_panna_pink_01.jpg" alt="Que água vai melhor com seus chás?" width="256" height="384" /></a></p>
<p>Neste <a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2009/08/com-que-agua-eu-vou/" target="_blank">post</a> falei da importância da água utilizada para fazer o chá. A procedência, a quantidade e a temperatura são imprescindíveis para fazer uma bebida cada vez melhor. No mesmo texto, deixei a promessa de fazer um teste com diferentes marcas de água mineral, de diferentes fontes, para saber como um determinado chá se comporta. A prova agora toma forma com a avaliação de três rótulos distintos para o preparo de um tipo de chá. Dessa forma foi possível sentir as sutilezas da infusão em cada água.</p>
<p>O chá utilizado veio do Ceilão, o Ceylon Pekoe Uva Highlands highgrown, da Tee Gschwendner. É um chá preto de cor alaranjada e sabor forte, robusto, mas com leve frutado. O chá foi preparado três vezes. A primeira vez com a água Aqua Panna, a segunda com Prata e a terceira com a Pink. O preparo se de seu em água a 90º, com 2 minutos de infusão para cada bebida. Para limpar o paladar entre uma xícara e outra optei por tomar água com gás que também tem como função abrir as papilas gustativas.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/prata02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-713" title="Água Prata" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/prata02.jpg" alt="Água Prata" width="256" height="384" /></a></p>
<p>As águas foram escolhidas pelo contato que tive com elas em uma degustação recente. Fiz uma matéria para a <a href="http://revistaespresso.uol.com.br/" target="_blank">revista</a> em que trabalho e nela provamos (+ especialistas no tema) estas três marcas de água sem gás e outras gaseificadas.</p>
<p>Os resultados desta degustação não são técnicos e dizem respeito apenas a minha experiência sensorial com o chá em questão. Sugiro que escolha algumas marcas no mercado, prove e eleja a que vai melhor com o seu chá, baseado no seu paladar.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/panna01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-712" title="Acqua Panna" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/panna01.jpg" alt="Acqua Panna" width="256" height="384" /></a></p>
<p>A água pode potencializar as características positivas ou negativas – no caso de um casamento ruim – do seu chá. A ideia é buscar o equilíbrio da bebida e as sensações que você mais gosta de sentir.</p>
<p>Vamos aos resultados!</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/prata01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-714" title="Prata" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/prata01-199x300.jpg" alt="Prata" width="139" height="210" /></a></p>
<p><a href="http://www.aguasprata.com.br/" target="_blank"><strong>Prata:</strong></a> a água brasileira (São Paulo, SP) deixou a bebida leve e refrescante. Apresenta pouca adstringência e não deixa nenhum residual. É como se limpasse o paladar, o deixando enxuto. Com este chá foi a minha água preferida na prova. Chegou, deu seu recado e deixou a vontade de mais.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/panna03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-715" title="Acqua Panna" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/panna03-199x300.jpg" alt="Acqua Panna" width="139" height="210" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.sanpellegrino.it/" target="_blank"><strong>Acqua Panna</strong><strong>:</strong></a> a sensação de adstringência do chá foi amenizada. A infusão se mostrou mais cremosa com a água italiana, mais amanteigada, um pouco salgada até. Deixou um leve amargor na garganta, mas nada que incomodasse, porque a percepção final fica mesmo na boca e é agradável, aveludada.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/pink_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-716" title="Pink - Ouro Fino" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/pink_01-199x300.jpg" alt="Pink - Ouro Fino" width="139" height="210" /></a></p>
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<p><strong><a href="http://www.aguasourofino.com.br/" target="_blank">Pink:</a> </strong>apresentou um chá refrescante no início da prova, mas na medida em que deslizava pelo paladar foi se mostrando ácido de fechar as papilas. A água também brasileira, de Curitiba (PR), parece não ter casado bem com este chá. A adstringência se intensificou, deixando uma incomoda sensação de estar mordendo uma banana verde que amarra a boca.</p>
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		<title>Meu pé de capim-cidreira</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 12:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[rota do chá indica]]></category>

		<category><![CDATA[capim cidreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Na infusão, nos docinhos ou na memória?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/capimcidreira_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-702" title="Meu pé de capim-cidreira" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/capimcidreira_01.jpg" alt="Meu pé de capim-cidreira" width="383" height="260" /></a></p>
<p>Capim-cidreira tinha no quintal da casa de minha avó. Não sei se ainda tem, mas ficava ao lado do pé de hortelã, no meio de várias outras plantas bem cultivadas por minha mãe. A planta era enorme e bem cheia de folhas pontudas e cheirosas e, também, era preferida de vovó.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/capimcidreira_02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-703" title="Meu pé de capim-cidreira" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/capimcidreira_02.jpg" alt="Meu pé de capim-cidreira" width="320" height="480" /></a></p>
<p>O tempo passou e as infusões de capim-cidreira também. Talvez vovó tenha levado o hábito com ela. Mas recentemente retomei a mania. Uma forma de sabor ou talvez de lembrança. Ganhei, após fazer uma reportagem, uma muda da planta. Ao sair do local da entrevista, dona Marilene, uma das entrevistadas, me presenteou com um pezinho. Por uma feliz coincidência ela tem o mesmo nome que minha mãe e talvez a mesma determinação. Disse a ela que iria plantar a muda com carinho e quem sabe ela cresceria. Ela logo me repreendeu: quem sabe, não! Você tem que dizer que ela vai crescer! Tem que acreditar!</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/wondering_cup05.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-697" title="Cupcake de capim cidreira" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/wondering_cup05.jpg" alt="wondering_cup05" width="389" height="259" /></a></p>
<p>Chegando em casa cultivei a muda e ela já está dando filhotes. Uma felicidade. Conversamos todos os dias&#8230; Eu e o capim-cidreira. Dona Marilene, assim como mamãe, acredita que na conversa com as pequenas verdinhas existe uma energia boa como em poucos diálogos.</p>
<p>Talvez pelo papo com dona Marilene ou pelas lembranças, ando obcecada por capim-cidreira. Para mim, é uma deliciosa e reconfortante infusão e também ótimo ingrediente para mil e uma comidinhas.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/wondering_cup04.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-699" title="Cupcake de capim cidreira" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/wondering_cup04.jpg" alt="wondering_cup04" width="320" height="480" /></a></p>
<p>As duas últimas imagens que ilustram este post, por exemplo, são de um cupcake saboroso que encontrei na loja <a href="http://www.wondercakes.com.br/" target="_blank">Wondercakes</a>. Não sou fã do bolinho, mas passei na loja para conferir o burburinho doce que rondava por lá. A moça que me atendeu, muito simpática e educada, me ofereceu umas amostras para prova e logo apresentou o doce que arrebataria meu coração. O glacê do cupcake de capim-cidreira é na medida e a doçura não cai no erro do excesso. Devorei, assim como ando devorando as lembranças. Vida longa às infusões, docinhos e memórias com capim-cidreira!</p>
<p><strong>PS:</strong> ontem fiz também brigadeiros com a planta. Estão na geladeira espalhando aroma.</p>
<p><strong>Onde encontrar</strong> (cupcakes de capim cidreira): Wondercakes - Rua Augusta, 2542, Jardim Paulistano, São Paulo (SP)</p>
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		<title>All in This Tea</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 21:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[artigo]]></category>

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		<category><![CDATA[silk road teas]]></category>

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		<description><![CDATA[Documentário mostra a cultura do chá na China e a história de David Lee Hoffman]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/allinthistea.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-691" title="All in This Tea - Divulgação" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/allinthistea.jpg" alt="All in This Tea - Divulgação" width="400" height="300" /></a></p>
<p><em>&#8220;Part of the beauty of tea is you can get so many different tastes and sensations with it. Almost emotion, each tea has a different emotion and personality. And you could shape that personality, you could play with it, depending on how you steep it, and the water, and the temperature, time, and the quantity of leaf you put in, it all has a contribution to the shape that you want to give that tea.&#8221;</em> – <strong>David Lee Hoffman</strong></p>
<p>Existem muitos filmes em que o chá costuma aparecer. A maioria oriental. Poucos, porém, em que é protagonista. No final de 2008, lembro de ter lido a respeito do documentário <a href="www.allinthistea.com/" target="_blank">All in This Tea</a> que logo busquei conferir.</p>
<p>O filme, dirigido pelos documentaristas Les Blank e Gina Leibrecht, mostra o mundo do chá – ao menos onde tudo começou, na China – guiado pelo respeitado especialista e ex-importador de chá <a href="http://thephoenixcollection.com/" target="_blank">David Lee Hoffman</a>. Durante a juventude, David passou alguns anos com monges tibetanos no Nepal, onde compreendeu melhor a bebida. Quando iniciou sua empresa, a <a href="http://www.silkroadteas.com/servlet/StoreFront" target="_blank">Silk Road Teas</a>, em 1990, ele queria levar para os Estados Unidos o melhor chá e não os saquinhos que dominavam as prateleiras dos supermercados.</p>
<p>O documentário mostra, entre um depoimento e outro sobre a cultura e o cultivo do chá (com especialistas como James Norwood Pratt e Gaetano Kazuo) , a preocupação de David em buscar as melhores folhas direto com o produtor e apostar na produção orgânica, sustentável e artesanal em oposição ao sistema comum na época quando a escolha e a compra só poderiam ser realizadas por meio de grandes fábricas locais. Lugares onde a qualidade era inferior e o cultivo da planta era feito com fertilizantes químicos e pesticidas. Conversando com agricultores, políticos e empresários da região, conseguiu abrir o caminho do pequeno mercado de chás premium, mas que hoje se desenvolve e cresce a cada dia.</p>
<p><object width="400" height="300" data="http://www.youtube.com/v/nNw1PwlNRWk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nNw1PwlNRWk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>A jornada está documentada no filme que ajuda a compreender melhor métodos de cultivo e preparo, a história das pessoas envolvidas neste processo e a cultura de uma bebida tão complexa como o chá.</p>
<p>Em 2004, David Lee Hoffman vendeu a Silk Road Teas, mas hoje continua pesquisando os melhores chás do Oriente, desenvolvendo um trabalho de compostagem e se dedicando à sua coleção de pu-erhs. Além de ainda se empolgar ao conseguir fazer uma boa xícara de chá.</p>
<p>O filme está à venda no site: <a href="www.allinthistea.com/" target="_blank">www.allinthistea.com</a></p>
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		<title>Semente de girassol com sabor de chá verde</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 15:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[história]]></category>

		<category><![CDATA[novidades]]></category>

		<category><![CDATA[achado]]></category>

		<category><![CDATA[bairro]]></category>

		<category><![CDATA[chá verde]]></category>

		<category><![CDATA[liberdade]]></category>

		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

		<category><![CDATA[semente de girassol]]></category>

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		<description><![CDATA[As coisas que encontramos na Liberdade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/semente04.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-680" title="Semente de girassol com sabor chá verde" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/semente04.jpg" alt="Semente de girassol com sabor chá verde" width="320" height="480" /></a></p>
<p>Dia desses, passeando pelo bairro Liberdade (SP), encontrei em uma das lojas que ficam em frente à Praça da Liberdade sementes de girassol. Até aí nenhuma novidade. Mas a curiosidade aguçou mesmo quando li que eram sementes de girassol com sabor de chá verde.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/semente01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-681" title="Semente de girassol sabor chá verde" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/semente01.jpg" alt="Semente de girassol sabor chá verde" width="378" height="252" /></a></p>
<p>Como tudo que tem a ver com chá me interessa, peguei rapidamente o pacote e continuei meu passeio pela loja. Olhei de novo para a embalagem, pensei que era bonitinha, mas provavelmente de conteúdo ordinário. Coloquei de volta na prateleira achando que era mais fácil aquilo ser terrível do que mais ou menos.</p>
<p>A filosofia “não custa nada provar” – ou melhor, custava sim, um pacote tinha o preço de R$ 4,00 se não me engano – falou mais alto e trouxe o item para casa.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/semente02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-682" title="Semente de girassol sabor chá verde" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/semente02.jpg" alt="Semente de girassol sabor chá verde" width="378" height="252" /></a></p>
<p>Ainda cismada, coloquei a primeira semente na boca. Crocante, empolgou a prova. A princípio, é um pouco estranha. Tem um gosto bem docinho, mas mastigando um salgado aparece logo. Doce e sal se misturam e no final até que não é ruim, apenas um pouco enjoativa.</p>
<p>Quanto ao gosto de chá verde&#8230; Bem, esse tipo de coisa está fadado a ter gosto de tudo, menos do que promete. Sinceramente, não senti nada que me lembrasse chá verde. Mas talvez seja de alguma variedade que não conheço. A embalagem traz descrição de um chá verde em pó de nome Gancao, Huixiang. Se alguém conhecer, por favor, me diga. Não sei se o nome é Gancao apenas e se a região de cultivo seria essa tal Huixiang ou se tudo é um nome só. Estou perdida no idioma. Mas, certamente, não no sabor.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/semente03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-683" title="Semente de girassol sabor chá verde" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/semente03.jpg" alt="Semente de girassol sabor chá verde" width="378" height="252" /></a></p>
<p>A loja é uma que fica ao lado da famosa casa Towa, na mesma Praça da Liberdade, saindo do metrô. Se chama Mei Sim e é também uma mercearia que vende todo tipo de guloseima chinesa. Costuma ter muitas coisas que procuro. Eles vendem até Pu-ehr por lá, embora nunca tenha arriscado comprar este chá nesta loja.</p>
<p><strong>Semente de girassol com sabor de chá verde</strong><br />
<strong>Peso:</strong> 152 g<br />
<strong>Origem:</strong> China<br />
<strong>Onde encontrar:</strong> Mei Sim – Praça da Liberdade, 83, São Paulo (SP)</p>
<p><strong>Obs.:</strong> Clique na imagem para ampliá-la e visualizar melhor</p>
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