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	<title>Rota do Chá</title>
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	<description>Blog da jornalista Hanny Guimarães</description>
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		<title>Chá das cinco</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 01:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Torta de geleia de damasco com Earl Grey]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/torta-de-damasco.jpg" rel="shadowbox[post-1044];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1045" title="Torta de geleia de damasco com Earl Grey" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/torta-de-damasco.jpg" alt="" width="384" height="285" /></a></p>
<p>O <strong>Earl Grey </strong>é um dos<strong> chás</strong> que mais uso na cozinha, principalmente para fazer coisas doces. Já fiz <a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2009/02/earl-grey-tea-cookies/" target="_blank">biscoito</a>, sorbet, <a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2011/08/cha-das-cinco-20/" target="_blank">bolo</a>, brigadeiro &#8211; até <a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2010/12/earl-grey-vodka-martini/" target="_blank">martini </a>- e agora uma torta. No futuro, de repente, sai algo salgado, mas essa já é outra história.</p>
<p>Vi a receita de <strong>Torta de geleia de damasco com Earl Grey </strong>na revista <a href="http://www.bonappetit.com/" target="_blank">Bon Appétit</a> de dezembro. Parecia saborosa e eu tinha um pote de geleia de damasco na geladeira esperando o grande momento para ser usada com dignidade. O doce é da marca <strong>Tia Nata</strong> e ganhei da minha amiga Janice que fez uma <a href="http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI255014-18291,00-GELEIAS+QUE+LEVAM+FRUTAS+ACUCAR+E+AFETO.html" target="_blank">matéria sobre a produção em Monte Verde</a>, MG. &#8220;Pedaçuda&#8221; e não muito doce, ela &#8211; a geleia &#8211; logo ganhou meu coração.</p>
<p>Quando faço ou como algo feito com chá, sempre receio perder o sabor das folhas. É fácil perder a mão. Com esta receita, no entanto, não teve erro. Tudo ficou bem equilibrado, na medida.</p>
<p>Depois de pronta, a torta foi para o prato acompanhar uma grande xícara de <strong>chá preto</strong> que fiz com folhas de <strong>Assam</strong>.</p>
<p><strong>Torta de geleia de damasco com Earl Grey</strong></p>
<p>Ingredientes<br />
½ xícara de avelãs<br />
2 ¼ xícaras de farinha de trigo<br />
1 colher de chá de sal (a receita indica o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kosher_salt" target="_blank">kosher</a> que tem cristais mais grossos que o sal refinado, mas não tanto quanto o sal grosso)<br />
½ colher de chá de fermento em pó<br />
1 colher de chá de noz-moscada moída na hora<br />
¾ xícaras de açúcar<br />
¾ manteiga sem sal (temperatura ambiente)<br />
3 ½ colheres de “heavy cream” (substitui por nata)<br />
2 gemas de ovos<br />
1 colher de chá de chá Earl Grey (ou um sache)<br />
1 ½ xícara de geleia de damasco<br />
2 colheres de sopa de açúcar cristal para polvilhar</p>
<p>Preparo<br />
Em um processador, triture uma xícara de farinha de trigo com as avelãs. Acrescente o restante da farinha de trigo, o sal, o fermento e ½ colher de chá de noz-moscada e processe para misturar. Com a ajuda de um mixer, bata o açúcar e manteiga até obter uma mistura cremosa (cerca de dois minutos). Adicione as três colheres de nata, uma gema de ovo e bata novamente por cerca de um minuto. Adicione metade da misture de farinha de trigo no creme e bata para misturar. Coloque o restante da mistura de farinha e misture até obter uma massa em pedaços grandes. Deixe a massa em formato de bola, enrole em um plástico filme e deixe descansar na geladeira, enquanto prepara o recheio da torta. Misture o chá em ¼ de xícara de água quente em uma tigela pequena. Deixe em infusão por 15 minutos. Coe o chá e misture com a geleia de damasco e reserve. Retire a massa da geladeira e, em uma superfície lisa e enfarinhada, abra a massa com ajuda de um rolo. Coloque a massa aberta em uma forma de torta (com o fundo removível) e pressione levemente para enformar. Sobra um pouquinho de massa. Abra este restante de massa e, com um cortador de biscoito, faça cortes para decorar a torta. Coloque a mistura de geleia e chá sobre a massa já na forma de torta e coloque as massas cortadas com o cortador de biscoito sobre a geleia para decorar. Em uma tigela pequena, misture o restante de nata e gema de ovo que sobrou. Pincele a massa decorativa com esse creme. Em um prato pequeno ou tigela, misture a noz-moscada restante e o açúcar cristal e polvilhe sobre a massa decorativa já pincelada com o creme. Leve ao forno pré-aquecido por cerca de 40 minutos ou até dourar a massa. Retire do forno e deixe esfriar para servir.</p>
<p>Ps.: A receita original traz medidas para duas tortas. Eu tive que dividir as medidas para fazer apenas uma torta.</p>
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		<title>Chá Yê</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 23:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[chá chinês]]></category>
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		<category><![CDATA[tea]]></category>

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		<description><![CDATA[Chás chineses direto do produtor para o Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/Screen-shot-2012-01-15-at-8.53.43-PM.png" rel="shadowbox[post-1038];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1039" title="João Campos, da CháYê" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/Screen-shot-2012-01-15-at-8.53.43-PM.png" alt="" width="357" height="223" /></a></p>
<p>Há mais de um ano, conversei com o<strong> João Campos </strong>que me procurou para falar de sua vontade de trazer chás de qualidade por um preço honesto para o Brasil. Saí do papo com um sorriso estampado no rosto e feliz por saber do interesse de um cara tão envolvido com a cultura do chá quanto o João.</p>
<p>Já falei dele <a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2010/08/wu-yi-da-hong-pao/">neste post</a>, onde escrevi sobre uma das bebidas mais saborosas que já provei: o <strong>oolong Da Hong Pao</strong>. Foi ele quem me apresentou folhas que nunca tinha visto antes, com ele soube dos diferentes níveis de oxidação dos oolongs e nele acredito para ser mais um a tornar este negócio por aqui menos “fancy” e mais “de verdade”.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/Screen-shot-2012-01-15-at-8.54.05-PM.png" rel="shadowbox[post-1038];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1040" title="João Campos e Caio Barbosa" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/Screen-shot-2012-01-15-at-8.54.05-PM.png" alt="" width="365" height="218" /></a></p>
<p>O João morou na<strong> China</strong> por um ano, visitou plantações, produtores, provou diversos sabores, conheceu pessoas e ainda hoje continua caminhando por províncias de lá, agora ao lado de seu sócio, o <strong>Caio Barbosa</strong>. Os dois se uniram para montar a<strong> Chá Yê</strong>, uma loja online que começou faz pouco tempo e tem como objetivo comercializar os melhores<strong> chás chineses </strong>que João e Caio conseguem comprar direto dos produtores. O ganho disso: os caras sabem exatamente o que estão vendendo e repassam para o consumidor por um preço justo.</p>
<p>O trabalho até o momento segue de se admirar. Adoro saber o ano do chá que estou tomando, a cidade onde foi produzido e informações que fazem com que eu curta ainda mais a bebida e aprenda um tanto sobre ela. Esses dados, hoje, não aparecem com clareza nas embalagens e nem os vendedores nas lojas sabem informar. No site e nas embalagens da Chá Yê, no entanto, são imprescindíveis. É possível saber mais, desde o nome do arbusto de onde veio a folha até nome do mestre que cuida do processo. Isso faz com que a gente se aproxime e valorize ainda mais o que é preparado com tanto cuidado.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/Screen-shot-2012-01-15-at-8.54.48-PM.png" rel="shadowbox[post-1038];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1041" title="Produção de chá na China" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/Screen-shot-2012-01-15-at-8.54.48-PM.png" alt="" width="369" height="228" /></a></p>
<p>Na loja virtual é possível encontrar chás brancos, oolongs, pretos, verdes e pu-erhs, todos chineses, com descrições de cada tipo, além da história da dupla com a bebida e informações que poder ajudar os entusiastas neste caminho do chá.</p>
<p>Conheçam. De verdade. Vale a pena. E, acreditem, isto não é um post patrocinado &#8211; só falo do que realmente acredito. E, no caso de se empolgarem tanto quanto eu com o que vão ver, coloquem no carrinho. A China fica do outro lado, mas dá pra sentir um gostinho dela por aqui.</p>
<p><strong>CháYê</strong><br />
<a href="http://chaye.com.br/" target="_blank">http://chaye.com.br/</a></p>
<p>Obs.: As fotos deste post são de autoria da CháYê</p>
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		<title>Vídeo: para celebrar o ano novo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 19:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Infusão, espumante, morangos, bebidinha fresca... Já pode se arrumar para a festa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<div id="_mcePaste">Não sei vocês, mas eu adoro essa época do ano. Confesso que as luzes, o clima agitado, a decoração cafona e até as filas no supermercado e a trilha natalina repetida dão uma animada na rotina. É bobo? É. É clichê? Sem dúvida! Mas, e daí?!</div>
<p>
<div id="_mcePaste">Coisa boa é passar horas do dia bolando os menus das festanças, preparar um banquete daqueles e reunir quem a gente gosta para abstrair do que foi ruim e celebrar o que veio de bom. Que, certamente, veio&#8230; Viver não é tão mau assim, vai?!</div>
<p>
<div id="_mcePaste">Por aqui, passei um tempo pensando em como fazer algo bacana para quem visitou o blog durante todo o ano e compartilhou novas informações e chás diferentes. Já que não é possível reunir todo mundo em uma grande mesa de chá da tarde, ao menos um presente fica como agradecimento. Com o trabalho de dois queridos – o Roberto Seba e o André Graciotti – foi possível produzir um vídeo com uma receita de drinque para as comemorações. O Strawberry Sparkle, como foi apelidado, leva espumante, infusão de hortelã-pimenta, morangos e gelo e vai bem, garanto, nestes dias de verão que se aproximam. Espero que curtam!</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste"><strong>Strawberry sparkle</strong></div>
<div id="_mcePaste">300 ml de espumante</div>
<div id="_mcePaste">200 ml de infusão de hortelã-pimenta</div>
<div id="_mcePaste">200 g de morangos picados</div>
<div id="_mcePaste">Cubos de gelo</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Preparo</strong></div>
<div id="_mcePaste">Misture todos os ingredientes, sirva e divirta-se!</div>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=33447121&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=33447121&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Ficha técnica</strong><br />
<strong>Receita e produção: </strong>Hanny Guimarães<br />
<strong>Direção e edição:</strong> Roberto Seba (www.robertoseba.com)<br />
<strong>Trilha sonora: </strong>André Graciotti (soundcloud.com/cellardoorbr)</p>
<div><strong>Obs.:</strong> o vídeo está em inglês, porque vem novidade por aí <img src='http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </div>
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		<title>Domingo&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 17:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
				<category><![CDATA[miscelânea]]></category>
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		<description><![CDATA[...preguiçoso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/tumblr_lgen0p7Qk41qa59swo1_500.gif" rel="shadowbox[post-1012];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1013" title="i love tea" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/tumblr_lgen0p7Qk41qa59swo1_500.gif" alt="" width="350" height="63" /></a></p>
<p style="text-align: left;">[via <a href="http://kittenwhiskersandteacups.tumblr.com/post/6800923467" target="_blank">Kittenwhiskersandteacups</a>]</p>
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		<title>Experimente coisas novas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 01:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mesmo que elas não sejam tão boas assim]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cha_palha6.jpg" rel="shadowbox[post-1001];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1002" title="Chá preto chinês" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cha_palha6.jpg" alt="" width="308" height="384" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Encontrei esta coisinha estranha aí em uma loja chamada <a href="http://teahouseltd.com/" target="_blank">The TeaHouse – SpecialistTea Merchant</a>. A primeira coisa que chamou a atenção, claro, foi a <strong>embalagem</strong>. Uma <strong>palha</strong> guardava as folhas. Depois, ao perguntar para a vendedora do lugar sobre o que era, ela disse apenas que se tratava de um chá preto. Pronto. Quando vi já estava fazendo ele aqui em casa.</p>
<p>Quando abri, as folhas pareciam um pouco úmidas e cada bolinha separada por uma espécie de cordão também de palha indicava uma dose. Entre os pedaços pequenos de<strong> folhas bem escuras</strong>, muito caule. O cheiro da erva ainda seca não era muito agradável, meio fumaça.</p>
<p>Olhei a cor da bebida já pronta, ainda no infusor, e juro que pensei duas vezes antes do primeiro gole. Um marrom, meio acinzentado, turvo. Parecia água suja com terra. Uma coisa, mas vamos lá! Coei e a infusão ganhou uma cara boa, mais apresentável.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cha_palha4.jpg" rel="shadowbox[post-1001];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1003" title="Chá preto chinês" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/cha_palha4.jpg" alt="" width="320" height="480" /></a></p>
<p>Achei que tinha trocado a bebida quando provei. O sabor, muito amargo, lembrou <strong>boldo</strong> ou aqueles <strong>digestivos</strong> alcoólicos, sem a parte do álcool. Nunca pensei que um chá preto pudesse ter um gosto como esse. Certamente, não é meu chá preferido, mas faz pensar, no mínimo, em quem produz, prepara e consome.</p>
<p>Bem que tentei, mas não encontrei nenhuma referência sobre este chá em lugar algum. Se alguém souber de mais informações, vai ser bom compartilhar.</p>
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		<title>Tea shop: Mamecha</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 01:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não por acaso, uma das lojas de chá mais legais de Berlim]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mamecha_02.jpg" rel="shadowbox[post-988];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-992" title="Mamecha: infusão de sencha, chá verde japonês" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mamecha_02.jpg" alt="" width="389" height="290" /></a></p>
<p>Dos lugares que passamos nesta última viagem, os mais legais descobrimos por acaso. Nada de guias e indicações, só pura caminhada. Batendo perna no bairro de <strong>Mitte</strong>, em <strong>Berlim</strong>, por exemplo, nos perdemos. O que foi ótimo, pois encontramos uma das lojas de chá mais interessantes da cidade, a <strong>Mamecha</strong>.</p>
<p>Era uma tarde, 16h, eu acho, e a loja estava vazia. Tudo era um silêncio só. Quando vi um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Japanese_tea_ceremony" target="_blank"><strong>chawan</strong> e um <strong>chasen</strong></a> em uma prateleira atrás do balcão, não resisti. Sentamos em uma mesa com tatame. De lá deu para perceber que a tradição morava na cozinha, mas alguns elementos tornavam o ambiente bem moderno.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mamecha_05.jpg" rel="shadowbox[post-988];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-991" title="Mamecha: cardápio" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mamecha_05.jpg" alt="" width="389" height="202" /></a></p>
<p>Fomos até o balcão e a moça que nos atendeu explicou o que iríamos encontrar por ali. A loja é especializada em chás verdes japoneses e na lista tem<strong> sencha</strong>, <strong>hojicha</strong>,<strong> bancha</strong>, <strong>genmai</strong> e<strong> matcha</strong>. Queria provar tudo, mas fiquei no sencha (€ 4,9 p/ duas pessoas) que é um dos meus verdes preferidos. Pedido feito e alguns minutos depois o chá estava na mesa em um<strong> kyusu</strong> &#8211; lindo bule japonês. A moça deixou a bebida na mesa e só disse que na bancada ao lado tinha água quente e que poderíamos nos servir de mais para fazer uma nova infusão. Achei o máximo, claro, já que dificilmente em casas de chá do Ocidente isso é feito. Se o chá é de boa qualidade, é possível fazer duas ou até mais infusões com a mesma folha.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mamecha_01.jpg" rel="shadowbox[post-988];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-993" title="Mamecha: cool place!" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mamecha_01.jpg" alt="" width="389" height="290" /></a></p>
<p>O sencha que escolhemos estava limpo, fresco, delicioso. Terminamos um bule e colocamos mais um pouco de água para uma segunda infusão. Poderia passar o resto do dia ali, experimentando outras bebidas e vendo o dia passar&#8230; E que dia!</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mamecha_03.jpg" rel="shadowbox[post-988];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-994" title="Mamecha: nova infusão e a fachada" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mamecha_03.jpg" alt="" width="389" height="290" /></a></p>
<p>Na casa ainda tem outras opções de preparo dos chás como as bebidas com leite, além de café para quem não for de chá e algumas infusões (gengibre e menta). Tem, ainda, comidinhas para acompanhar o chá (doces japoneses, saladas, curries e noodles – entre € 2,3 e € 7,9).</p>
<p><strong>Vai lá</strong><br />
<em> Mamecha</em><br />
Mulackstr. 33, 10119 Berlin (Mitte)<br />
De metrô: U2 Rosa-Luxemburg-Platz ou U8 Weinmeisterstr</p>
<p><strong><em>(Fotos: Roberto Seba)</em></strong></p>
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		<title>Chá das cinco</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 02:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
				<category><![CDATA[chá das cinco]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[chá verde]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização]]></category>
		<category><![CDATA[peixe]]></category>
		<category><![CDATA[roberto seba]]></category>
		<category><![CDATA[salmão]]></category>
		<category><![CDATA[sanduíche]]></category>
		<category><![CDATA[sencha]]></category>

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		<description><![CDATA[Vídeo mostra como preparar um "sanduba" de salmão para acompanhar um chá verde]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de um ano publiquei por aqui o <a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2010/03/cha-das-cinco-17/" target="_blank">primeiro chá das cinco em vídeo</a>. Ficou lindo &#8211; trabalho do <a href="http://www.robertoseba.com/" target="_blank">Roberto</a> -, informativo e deu vontade de fazer outros. Finalmente, depois de tanto tempo, preparamos mais um. Embora curtinho, dá um trabalhão, mas o final é gratificante tanto no visual quanto no sabor, já que a comida não é só cenográfica. Neste vídeo, a combinação é entre um sanduíche de salmão e um chá verde japonês bastante popular, o sencha. Gosto muito de beber este chá quando o menu é peixe. Para mim, não compete com o alimento, limpa o paladar da gordura do pescado e é refrescante. O que tenho não é um sencha de qualidade superior, mas é uma bebida bastante honesta e saborosa. O sanduíche é bem comum também nas mesas de chá da tarde.</p>
<p>Aí vai o vídeo do sanduba e, se servido com um sencha, ainda melhor. Bom chá das cinco!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=30279077&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=30279077&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Sanduíche de salmão com chá verde sencha</strong><br />
4 fatias de pão de forma integral<br />
2 fatias de salmão defumado<br />
Manteiga<br />
2 colheres de sopa de cream cheese<br />
1 colher de chá de mostarda Dijon<br />
1 colher de sopa de ervas picadas (usei o que tinha e funcionou: coentro e manjericão)<br />
1 limão</p>
<p>Preparo<br />
Passe a manteiga nas quatro fatias de pão, coloque o salmão em duas fatias. Prepare o cream cheese, acrescentando a mostarda e as ervas e reserve. Coloque algumas gotinhas de limão no peixe e, a seguir, coloque um pouco do creme em cima de cada pão com o salmão. Cubra com as fatias de pão restantes e pronto. Só servir com o chá.</p>
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		<title>A árvore do chá</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 03:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
				<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[árvore do chá]]></category>
		<category><![CDATA[camellia assamica]]></category>
		<category><![CDATA[camellia sinensis]]></category>
		<category><![CDATA[planta do chá]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de chá]]></category>

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		<description><![CDATA[Camellia, suas variações e de onde vem tanto gosto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[</p>
<div id="_mcePaste"><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/MG_3652.jpg" rel="shadowbox[post-965];player=img;"><img class="size-full wp-image-966 aligncenter" title="Camellia sinensis por Roberto Seba" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/MG_3652.jpg" alt="" width="307" height="461" align="center" /></a></div>
</p>
<div>As vezes quase não dá para acreditar que tantos <strong>tipos diferentes de chá</strong> venham de uma mesma plantinha. Branco, verde, oolong, preto, pu-erh&#8230; Isso sem contar as cores, os formatos das folhas, os sabores tão distintos.</div>
</p>
<div id="_mcePaste">Foram os chineses que perceberam os benefícios econômicos &#8211; e de sabor, claro &#8211; da <strong>camellia</strong>, da <strong>variedade sinensis</strong>, como bebida e que começaram a desenvolver modos de produção da árvore. A <strong>planta do chá</strong>, como também é conhecida, tem duas variedades: <strong>sinensis</strong> e <strong>assamica</strong>. Elas, hoje, crescem em vários cantos do mundo, menos na China e no Japão, onde a variedade sinensis é a única cultivada.</div>
</p>
<div id="_mcePaste">Se a sinensis foi descoberta no século XVI, a assamica veio um pouquinho depois, no século XIX, quando os ingleses começaram a limpar as florestas de <strong>Assam</strong>, na <strong>Índia</strong>, para cultivar plantas da China. Em um dos livros da <strong>Jane Pettigrew</strong>, ela conta como a descoberta foi “por acaso”, mas aos poucos eles perceberam que a variedade, naquelas condições de clima e solo, se desenvolvia melhor que a sinensis.</div>
</p>
<div><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/MG_3653.jpg" rel="shadowbox[post-965];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-967" title="Camellia sinensis por Roberto Seba" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/MG_3653.jpg" alt="" width="350" height="233" align="center" /></a></div>
</p>
<div id="_mcePaste">Para entender melhor um pouco da diferente entre uma e outra vale recorrer ao nosso café. Dia desses, conversando com a <strong>Carla Saueressig</strong> (<strong>A Loja do Chá</strong>), fizemos uma comparação que funciona. A <strong>camellia sinensis</strong> é o nosso café arábica e a assamica é o nosso café robusta. A sinensis é um planta de montanhas, mais aromática e menos produtiva. A assamica é mais robusta e cultivada, principalmente, em planícies.</div>
</p>
<div id="_mcePaste">Mas isso não quer dizer que na Índia só se cultiva a variedade assamica. Nem que uma é melhor do que a outra. São plantas que resultam em bebidas diferentes. A maioria das plantações estabelecidas por povos do Ocidente inclui porcentagens das duas variedades e assim eles conseguem alcançar produtividade e sabor. Em <strong>Darjeeling</strong>, por exemplo, uma região de montanha, cerca de 75% das plantações de chá são sinensis e 25 % são assamica. Em Assam, no entanto, 90% são assamicas.</div>
</p>
<div id="_mcePaste">Existem híbridos de ambas as variedades e <strong>subvariedades da sinensis</strong>, desenvolvidas pela agricultura ao longo dos anos, como qualquer outra planta, para se adaptar às necessidades (<strong>clima</strong>, <strong>solo</strong>, <strong>altitude</strong>, <strong>latitude</strong>) de onde estão inseridas.</div>
</p>
<div id="_mcePaste">A<strong> idade da planta</strong> também influencia o sabor. Quanto mais antiga, mais complexa e rica de qualidades aromáticas pode ser a bebida. O tempo estimado de vida de uma camellia é de cerca de 50 anos, mas na China e no Japão existem plantas que atravessam séculos.</div>
</p>
<div><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/MG_3655.jpg" rel="shadowbox[post-965];player=img;"><img class="size-full wp-image-968 aligncenter" title="Camellia sinensis por Roberto Seba" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/MG_3655.jpg" alt="" width="337" height="504" align="center" /></a></div>
</p>
<div id="_mcePaste">É claro que o<strong> terroir </strong>afeta as qualidades da planta, o <strong>tipo de colheita</strong> e o <strong>tipo de processamento</strong>, mas isso é papo para um outro post. Este já está um cadinho longo.</div>
</p>
<div id="_mcePaste">As fotos que ilustram este post são do <a href="http://www.robertoseba.com/" target="_blank">Roberto</a>. Ele visitou a estufa de um centro que estuda a planta na Alemanha. É uma bela camellia sinensis, não acham? Enquanto isso, fico aqui sonhando em um dia poder cruzar o mundo e conhecer pessoalmente tanta cultura e riqueza.</div>
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		<title>Chá das cinco</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 01:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
				<category><![CDATA[chá das cinco]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<category><![CDATA[bolo]]></category>
		<category><![CDATA[cake]]></category>
		<category><![CDATA[chá preto]]></category>
		<category><![CDATA[cranberries]]></category>
		<category><![CDATA[darjeeling]]></category>
		<category><![CDATA[earl grey]]></category>

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		<description><![CDATA[Um bolinho com chá de ingrediente e chá para acompanhar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/TeaCake_03.jpg" rel="shadowbox[post-955];player=img;"><img class="alignnone size-large wp-image-956" title="Chá da tarde com bolo de especiarias e chá earl grey" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/TeaCake_03-682x1024.jpg" alt="" width="368" height="553" /></a></p>
<p>Fiz este <strong>bolinho</strong> faz tempo para um <strong>chá da tarde </strong>em um dia danado de frio, mas vale para qualquer hora. Não é muito doce, é cheio de sabor de especiarias, de texturas, e ainda leva chá.</p>
<p>A ideia era mesmo fazer algo usando chá de <strong>ingrediente</strong> para experimentar e este usa <strong>earl grey</strong>. Folheando um livro da <strong>Fortum &amp; Mason</strong> sobre a bebida que ganhei do Roberto, achei a receita perfeita, mas, claro, me faltavam alguns itens. Eles sempre faltam. Então o jeito foi substituir com as surpresas da geladeira.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/Teacake_04.jpg" rel="shadowbox[post-955];player=img;"><img class="alignnone size-large wp-image-957" title="Ingredientes do bolinho do chá da tarde" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/Teacake_04-1024x580.jpg" alt="" width="393" height="222" /></a></p>
<p>No lugar das nozes-pecã, entraram as<strong> amêndoas </strong>e das sultanas (uva Thompson, sem semente, passa) coloquei<strong> cranberries secas</strong>, orgânicas, que ganhei da querida Janice – amiga do trabalho que trouxe a delícia de uma viagem que fez para a Alemanha.</p>
<p>Tudo correu bem. O bolo ficou macio, mas também crocante com as amêndoas e combinou com um <strong>Darjeeling</strong> que preparei para a hora do chá. Além de tudo, é fácil, fácil de fazer.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/TeaCake_01.jpg" rel="shadowbox[post-955];player=img;"><img class="alignnone size-large wp-image-958" title="Darjeeling servido com o bolo earl grey " src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/TeaCake_01-1024x682.jpg" alt="" width="393" height="262" /></a></p>
<p><strong>Bolo de especiarias com chá earl grey e cranberries</strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong><br />
200 gramas de cranberries secas (a receita original pede uva-passa)<br />
200 ml de chá earl grey<br />
75 gramas de manteiga (temperatura ambiente)<br />
125 gramas de açúcar mascavo<br />
2 colheres de sopa de mel<br />
2 ovos<br />
200 gramas de farinha de trigo<br />
1 colher de chá de fermento em pó<br />
1 colher rasa de chá de especiarias (usei apenas noz-moscada, pimenta-do-reino)<br />
75 gramas de amêndoas (a receita original pede noz-pecã)</p>
<p><strong>Preparo</strong><br />
Coloque as cranberries em uma tigela com o chá earl grey e deixe de molho por uma noite. No dia seguinte, com as cranberries já embebidas do chá, aqueça o forno a 180ºC e unte uma forma de bolo ou pão e reserve. Em uma vasilha, misture a manteiga, o açúcar e o mel. Gradualmente, acrescente os ovos, a farinha de trigo, as especiarias, as amêndoas e as cranberries com o chá da infusão. Coloque a mistura na forma e leve ao forno por mais ou menos 40 minutos ou espete um palitinho na massa e sair limpo, está no ponto. Retire do forno, deixe esfriar e corte as fatias para servir.</p>
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		<title>Cup cozy</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 03:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
				<category><![CDATA[acessórios]]></category>
		<category><![CDATA[cup cosy]]></category>
		<category><![CDATA[protetor]]></category>
		<category><![CDATA[tea cosy]]></category>
		<category><![CDATA[tea cozy]]></category>
		<category><![CDATA[xícara]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma maneira de manter a bebida quentinha na xícara nestes dias gelados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/tea_cozy_02.jpg" rel="shadowbox[post-944];player=img;"><img class="alignnone size-large wp-image-945" title="Cup cosy by Ciça Cordeiro" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/tea_cozy_02-1024x682.jpg" alt="" width="387" height="257" /></a></p>
<p><strong>Ciça Cordeiro</strong> é uma amiga talentosa. É dela este acessório fofo que mantém a <strong>bebida</strong> aquecida na xícara e a mão protegida. O protetor feito de linha de crochê e bordado a mão, cheio de detalhes charmosos, consegue deixar os <strong>dias frios</strong> mais quentinhos e alegres aqui em casa.</p>
<p>Se quiser pedir um desses para você também é só falar com a Ciça no e-mail <strong>cica.cordeiro@gmail.com</strong> ou pelo telefone <strong>(11) 8458-8595</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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