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	<title>Rota do Chá</title>
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	<description>Blog da jornalista Hanny Guimarães</description>
	<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 13:36:02 +0000</pubDate>
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		<title>Chá das Cinco</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 20:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Suflê de chocolate com chá preto de frutas vermelhas e o bom da falta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/soufle_01.jpg"><img class="size-medium wp-image-636 alignnone" title="Suflê de chocolate com chá preto de frutas vermelhas" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/soufle_01-199x300.jpg" alt="Suflê de chocolate com chá preto de frutas vermelhas" width="199" height="300" /></a></p>
<p>Coisa chata é quando não temos um ingrediente que pede a receita. Chata e boa ao mesmo tempo. A falta nos faz mais criativos, penso. O <em>tea time</em> de hoje ainda traz um gostinho portenho: o chá preto de frutas vermelhas chamado <em>My Patagonia</em>, da Tealosophy (tem resenha sobre ele <a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2010/02/my-patagonia/" target="_blank">aqui</a>). O outro lado perfeito da combinação proposta.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/soufle_03.jpg"><img class="size-medium wp-image-637 alignnone" title="Suflê" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/soufle_03-199x300.jpg" alt="Suflê" width="199" height="300" /></a></p>
<p>O danado virou a metade excelente de um suflê de chocolate com framboesa que, na verdade, não levou a fruta. Sem o item necessário o jeito foi preencher a ausência com o sabor do chá, recheado do fruto. No lugar da framboesa no suflê, entrou chocolate - que chato, heim?! – e para suprir a falta, harmonizei com o <em>My Patagonia</em>. Uma das melhores harmonizações já feitas por aqui.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/soufle_021.jpg"><img class="size-medium wp-image-638 alignnone" title="Tealosophy: chá preto de frutas vermelhas" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/soufle_021-200x300.jpg" alt="Tealosophy: chá preto de frutas vermelhas" width="200" height="300" /></a></p>
<p>A receita, adaptada para a realidade da minha geladeira, é do livro <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136362/" target="_blank"><em>Culinária de Todas as Cores: 200 receitas rápidas e saborosas</em></a> (Editora Publifolha). Publicação que gosto bastante e recorro sempre que quero fazer algo fácil, diferente e que não tome muito tempo durante a semana.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/soufle_04.jpg"><img class="size-medium wp-image-639 alignnone" title="Pedacinho de chocolate" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/soufle_04-199x300.jpg" alt="Pedacinho de chocolate" width="199" height="300" /></a><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Suflê de chocolate e chá preto de frutas vermelhas</strong><br />
100 g de chocolate meio amargo<br />
3 ovos (separe gema e clara)<br />
50 g de farinha de trigo<br />
1 colher de chá rasa de fermento em pó<br />
40 g de açúcar refinado<br />
Chocolate de sua preferência para o recheio (usei o Casino 85% cacau que era o que tinha em casa que contrastou bem com a massa do suflê)<br />
Açúcar de confeiteiro para polvilhar (também não tinha, então bati o refinado no liquidificador e ficou “quase” um confeiteiro - truque da minha mãe)</p>
<p><strong>Preparo:</strong> quebre o chocolate em quadrados e leve para derreter em banho-maria. Espere esfriar um pouco e junte as gemas. Mexa bem e adicione a farinha. Misture bem. Bata as claras em neve e junte o açúcar. Bata mais um pouco e incorpore as claras à mistura de chocolate. Coloque o chocolate para o recheio no fundo de um ramequim untado com manteiga. Despeje a massa do suflê e asse em forno preaquecido (190ºC) por 12-15 minutos. Quando já estiver crescidinho e com a aparência da foto, retire e polvilhe o açúcar de confeiteiro. Sirva com um chá preto de frutas vermelhas. Fiz minha infusão por 3 minutos com água a 90ºC.</p>
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		<title>Tea Recipe</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cardápio]]></category>

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		<category><![CDATA[tea recipe]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem gostinho defumado no pão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/paotudojunto.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-624" title="Pão de Lapsang Souchong" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/paotudojunto-1024x747.jpg" alt="Pão de Lapsang Souchong" width="387" height="283" /></a></p>
<p>O fim de semana que passou foi de pão. Muitos testes com diferentes formatos, fermentos e sabores. Um aprendizado. Da brincadeira, veio a vontade de fazer um pão com chá. Logo pensei no Lapsang Souchong, o chá com característica de defumado que já falei por aqui. Queria algo salgadinho e, para não errar, combinei com outro ingrediente infalível. Peito de peru defumado, claro!</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/pao03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-625" title="Flor" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/pao03-199x300.jpg" alt="Flor" width="199" height="300" /></a></p>
<p>Gostei bastante do leve sabor e do aroma que a erva deu ao pão. O chá triturado envolvido na massa casou que foi uma maravilha com a textura do pãozinho. De repente, vale o teste também de picar o peito de peru e colocar direto na massa, sem enrolar como um rocambole, deixando apenas um pão de forma. Mas posso garantir que assim ficou bem gostoso e é uma ótima opção para o chá da tarde.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/pao01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-626" title="Detalhe... Gostinho de defumado" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/pao01-300x199.jpg" alt="Detalhe... Gostinho de defumado" width="300" height="199" /></a></p>
<p><strong>Pão de Lapsang Souchong</strong><br />
2 ¾ xícaras de farinha de trigo<br />
1 colher de chá de sal<br />
1 colher de chá de açúcar mascavo<br />
1 tablete de fermento fresco (usei o Fleischmann)<br />
4 colheres de azeite<br />
1 xícara de água levemente aquecida (coloco ½ xícara de água quente e misturo o restante com água fria)<br />
4 colheres de chá de Lapsang Souchong triturado e peneirado (usei o da Tee Gschwendner)<br />
8 fatias de peito de peru defumado</p>
<p><strong>Preparo:</strong> em um recipiente misture o trigo, o sal e o fermento. Acrescente o açúcar e misture. Faça um “furo” no centro da mistura e devagar vá acrescentando o azeite e a água. Mexa com as mãos até formar uma massa, sovando por 5 minutos. Se preferir, sove em uma superfície lisa enfarinhada, como uma mesa. Deixe a massa descansar por uma hora - coberta por um papel filme e em um lugar quentinho - ou até dobrar de tamanho. Após o período, retire o plástico filme, acrescente o chá e misture na massa, sovando somente por mais um 1 minuto. Divida a massa em duas partes. Abra uma das partes e distribua as fatias de peito de peru (para um pão 4 fatias são sufientes). Enrole como um rocambole e coloque em uma forma untada. Cubra com o plástico filme novamente e deixe descansar por mais 45 minutos ou até que dobre de tamanho. Faça isso com a outra parte da massa também (essa receita rende dois pães). Por fim, retire o plástico filme da forma e leve ao forno (150ºC). Retire do forno quando estiver com aparência dourada.</p>
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		<title>My Patagonia</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 04:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<category><![CDATA[tealosophy]]></category>

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		<description><![CDATA[Inés Berton mistura chá preto, frutas vermelhas e doce de leite... E sim, consegue uma ótima infusão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tipo:</strong> blend de chá preto com frutas vermelhas e doce de leite<br />
<strong>Forma:</strong> folhas soltas inteiras<br />
<strong>Origem:</strong> ?<br />
<strong>Marca:</strong> <a href="http://www.tealosophy.com/" target="_blank">Tealosophy</a><br />
<strong>Quanto:</strong> $ 14 (100 g)<br />
<strong>Cafeína:</strong> sim</p>
<p>Eu poderia dizer que a segunda casa do cidadão portenho é o café. A cidade está cheia deles e eles estão sempre cheios. Embora tenha passado por muitas cafeterias quando estive na capital argentina, minha busca mesmo foi pelos chás. Desde casas tradicionais até a fama perfumada da loja de Inés Berton, foram deliciosas bebidas e lugares agradáveis para apreciar infusões e conversa.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mypatagonia_02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-612" title="My Patagonia - blend de chá preto, frutas vermelhas e doce de leite" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mypatagonia_02-300x276.jpg" alt="My Patagonia - blend de chá preto, frutas vermelhas e doce de leite" width="300" height="276" /></a></p>
<p>Na Avenida Alvear, na Recoleta, fica a <a href="http://www.tealosophy.com/" target="_blank">Tealosophy</a>, casa de chás de Inés Berton. Não pude fotografar. Não permitem cliques por lá. Entretanto, o registro que mais gostaria de compartilhar, mas que infelizmente só permanece na lembrança, é o cheiro da loja. Aromático, o espaço não nega a reputação da dona: ex-perfumista e hoje reconhecida <em>tea blender</em>.</p>
<p>O canto apertadinho divide palácio com o gigante Hotel Alvear. Talvez o ponto seja mesmo estratégico. Os hóspedes, atraídos pelo aroma, gastam uma pequena fortuna com as ervas de Inés.</p>
<p>Fui logo perguntando se lá eles tinham um blend “argentino”. A moça não pensou duas vezes e me apresentou o <em>My Patagonia</em>, uma mistura de chá preto, frutas vermelhas da Patagônia e doce de leite - ingrediente que, convenhamos, os argentinos dominam. Foi este chá que trouxe para casa junto com outros dois mais tradicionais.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mypatagonia_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-614" title="Folhas do My Patagonia" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/mypatagonia_01-270x300.jpg" alt="Folhas do My Patagonia" width="270" height="300" /></a></p>
<p>O <em>My Patagonia</em> seria um ótimo chá não fosse uma infusão melhor ainda. O chá preto acaba se perdendo no sabor das frutas vermelhas de excelente qualidade e o leve adocicado do doce de leite. O que não é uma crítica, pois se eu quisesse tomar chá preto, teria escolhido um puro e não um blend.</p>
<p>O visual da mistura antes do preparo é honesto. É possível visualizar as frutas secas envolvidas nas folhas do chá. O aroma é convidativo. Dona Inés sabe mesmo perfumar.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/soufle_02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-615" title="Visual após a infusão" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/soufle_02-200x300.jpg" alt="Visual após a infusão" width="200" height="300" /></a></p>
<p>A xícara, com tempo de infusão de 3 minutos, apresenta uma linda cor avermelhada, com intenso cheiro adocicado e um tanto do azedinho das frutas. Como disse antes, o chá preto se perde um pouco e o sabor entrega todo o frutado e o doce do <em>My Patagonia</em>.</p>
<p>Eu mesmo provei poucas vezes aqui em casa, porque até <a href="http://www.robertoseba.com" target="_blank">Roberto</a> que não é muito de chá adorou o exemplar argentino e tratou de consumir boa parte da latinha. Sinal que estava bom.</p>
<p><strong>Onde encontrar:</strong> <a href="http://www.tealosophy.com/" target="_blank">Tealosophy</a> - Avenida Alvear, 1883, Galeria Promenade (l. 37), Buenos Aires, Argentina</p>
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		<title>Chá das Cinco</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 18:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[chá das cinco]]></category>

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		<category><![CDATA[tea time]]></category>

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		<description><![CDATA[Made in China: lapsang souchong e rolinho primavera]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/_mg_0624.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-597" title="Rolinho primavera com cogumelos portobello e aspargos e chá lapsang souchong ao fundo" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/_mg_0624-200x300.jpg" alt="Rolinho primavera com cogumelos portobello e aspargos e chá lapsang souchong ao fundo" width="200" height="300" /></a></p>
<p>A cada dia percebo que não há limite para o chá das cinco. A tradição inglesa faz pensar que os docinhos combinam mais com o ritual, embora muitos quitutes salgados façam parte do <em>tea time</em>. Os hábitos gastronômicos de diferentes povos, no entanto, provam o contrário e mostram que história de chá se conta com sal. No início das descobertas com a bebida acrescentava-se uma pitada de sal na xícara para realçar o sabor da infusão.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/_mg_0602.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-599" title="Belo visual: lapsang souchong na xícara" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/_mg_0602-200x300.jpg" alt="Belo visual: lapsang souchong na xícara" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Por isso, o defumado lapsang souchong da resenha <a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2010/01/lapsang-souchong/" target="_blank">deste post</a> despertou uma boa ideia de combinação. E se a infusão é chinesa, por que não o petisco também? O sabor do lapsang fez pensar em um &#8220;casamento suspeitoso&#8221; ou talvez óbvio, mas muito saboroso. Lapsang souchong e chun juan, ou melhor, rolinho primavera com cogumelos e aspargos. O chá é marcante e os ingredientes de recheio do rolinho não poderiam exceder à infusão, nem se omitir. Briga harmônica?!</p>
<p>Do Sudeste da China, o chá. Geograficamente próximo, muito consumido no Sul do mesmo país – mas popular em todo o mundo -, o chun juan. Defumado e cremoso, o gosto do lapsang se enlaçou com o amanteigado dos cogumelos e a textura dos aspargos envolvidos na massa. Posso até imaginar um chá das cinco menos pomposo, de pé, na rua. Uma daquelas xícaras de cerâmica chinesa (<a href="http://blog.yayateahouse.co.nz/2009/03/29/ritualizing-the-habit-part-two-tea-cups-yunomi-chawan-cha-bei-and-co/" target="_blank">chá bēi</a>) em uma mão e na outra a espera ansiosa pelo rolinho que frita na wok.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/_mg_0591.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-600" title="Boa combinação: rolinhos primavera e chá defumado" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/_mg_0591-200x300.jpg" alt="Boa combinação: rolinhos primavera e chá defumado" width="200" height="300" /></a></p>
<p><strong>Lapsang souchong e rolinho primavera com cogumelos e aspargos</strong><br />
<strong>Para a massa</strong><br />
200 g de farinha de trigo<br />
1/2 colher (chá) de sal<br />
1 ¼ xícaras (chá) de água gelada</p>
<p><strong>Para o recheio</strong><br />
5 cogumelos Portobello fatiados<br />
3 aspargos fatiados<br />
Azeite<br />
Sal</p>
<p><strong>Preparo</strong><br />
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Aqueça uma frigideira antiaderente de cerca de 20 cm de diâmetro e despeje a massa (o suficiente para forrar o fundo da frigideira e formar um disco fino). Cozinhe-os até ficarem transparentes e reserve. Refogue os cogumelos e os aspargos em uma panela com o azeite e salpique o sal para temperar. Recheie os discos de massa, enrole e dobre as laterais selando com clara de ovo. Por fim, frite os rolinhos e sirva com o lapsang souchong. Infusão de 2 minutos – ou como preferir o seu chá – em água a 90ºC.</p>
<p>Fotos por Roberto Seba -<a href="http://www.robertoseba.com" target="_blank">www.robertoseba.com</a></p>
<p><strong>Obs.:</strong> Clique nas imagens para ampliá-las</p>
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		<title>Lapsang Souchong</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 19:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

		<category><![CDATA[A Loja do Chá]]></category>

		<category><![CDATA[black tea]]></category>

		<category><![CDATA[chá preto]]></category>

		<category><![CDATA[china]]></category>

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		<category><![CDATA[província de Fujian]]></category>

		<category><![CDATA[review]]></category>

		<category><![CDATA[tee gschwendner]]></category>

		<category><![CDATA[wuyi mountais]]></category>

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		<description><![CDATA[Histórias e viagens de um chá preto que tem o defumado como principal característica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tipo:</strong> chá preto<br />
<strong>Forma:</strong> folhas soltas inteiras<br />
<strong>Origem:</strong> Fujian, China<strong><br />
Marca:</strong> <a href="http://www.teagschwendner.com" target="_blank">Tee Gschwendner</a><br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 44 (50 g)<br />
<strong>Cafeína:</strong> sim</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/wuyi_mountains_sea_of_clouds_4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-583" title="Montanhas Wuyi: um belo cenário para o cultivo do Lapsang Souchong (licença CC - 2.5 China Mainland)" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/wuyi_mountains_sea_of_clouds_4-300x200.jpg" alt="Montanhas Wuyi: um belo cenário para o cultivado do Lapsang Souchong (licença CC - 2.5 China Mainland)" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Um produtor de chá na província de Fujian, na China, havia vendido um grande carregamento de chá verde a um comerciante europeu. O mercador pagou o lote com antecedência, mas nem imaginava o que estava por vir. Antes de embarcar a mercadoria, o produtor sofreu uma enchente no armazém onde guardava o produto. Na ânsia de entregar o chá a tempo, ele resolveu secar as folhas em um forno a lenha e o chá absorveu todo o cheiro de fumaça.<a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/lapsang_map.jpg"><br />
</a></p>
<p>Essa é uma das muitas histórias associadas à criação do Lapsang Souchong, um chá preto rico em aroma e sabor defumados. O século XVII assistiu a introdução deste tipo chá na exportação e até hoje sua produção é, originalmente, realizada em Zheng Shan, parte do Monte Wuyi (também grande produtor de Oolongs), na província de Fujian.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/lapsang_map.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-585" title="Mapa da região de Fujian, China" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/lapsang_map-259x300.jpg" alt="Mapa da região de Fujian, China" width="259" height="300" /></a></p>
<p>No ano passado pude experimentar o Lapsang Souchong na culinária, mas ainda não o tinha provado em infusão. Quando o fiz, fiquei surpresa com o sabor agradável na xícara.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/lapsang_dryleaf.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-586" title="Visual das folhas de Lapsang Souchong ainda secas, antes da infusão" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/lapsang_dryleaf-300x225.jpg" alt="Visual das folhas de Lapsang Souchong ainda secas, antes da infusão" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A amostra da marca <a href="http://www.teagschwendner.com" target="_blank">Tee Gschwendner</a>, apresentou uniformidade de tamanho e cor das folhas ainda secas. A primeira coisa mais marcante neste chá é o intenso aroma defumado. Com a embalagem ainda fechada é possível sentir o cheiro invadir o ambiente. Por isso, é importante armazená-lo bem para que não contamine chás mais delicados com sua principal característica.<br />
<a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/lapsang_cup.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-587" title="Infusão de Lapsang Souchong" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/lapsang_cup-300x225.jpg" alt="Infusão de Lapsang Souchong" width="300" height="225" /></a><br />
Feita a infusão de 2 minutos, com água a 90ºC, um acentuado aroma de cinzas se revela assim que você retira a tampa do infusor.</p>
<p>Na xícara, o cheiro persistiu e a cor alaranjada da infusão instigou a prova. Se eu tinha alguma dúvida sobre a presença do defumado também no paladar, ela se extinguiu como o apagar do fogo, mas deixou cinzas para contar história. Talvez, pela descrição, possa parecer estranho dizer que este chá estava delicioso, mas estava. Mostrou um corpo cremoso, amanteigado e pouquíssima adstringência, além do sabor amadeirado.<br />
<a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/lapsang_wet.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-588" title="Visual das folhas de Lapsang Souchong após a infusão" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/lapsang_wet-300x225.jpg" alt="Visual das folhas de Lapsang Souchong após a infusão" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O Lapsang Souchong deixou no paladar um final salgadinho e quase oceânico. Sim, em algum momento diante da xícara fiquei com a sensação de estar sentada em frente ao mar, enquanto uma pessoa conhecida preparava na brasa um peixe fresquinho. Se você não for com o gosto do Lapsang – eu adorei – ele, no mínimo, é uma boa viagem.</p>
<p><strong>Onde encontrar:</strong> A Loja do Chá – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.232, 3° piso, Jardim Paulistano (SP). Tel.: (11) 3816-5359.</p>
<p><strong>Obs.: </strong>clique nas imagens para ampliá-las.</p>
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		<title>Jasmine Pagoda: a flor do chá</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 03:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

		<category><![CDATA[blooming tea]]></category>

		<category><![CDATA[chá verde]]></category>

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		<category><![CDATA[flor de chá]]></category>

		<category><![CDATA[green tea]]></category>

		<category><![CDATA[inés berton]]></category>

		<category><![CDATA[jade pagoda]]></category>

		<category><![CDATA[jasmine tea]]></category>

		<category><![CDATA[roberto seba]]></category>

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		<category><![CDATA[yunnan]]></category>

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		<description><![CDATA[O florescer mais lindo guardado em time lapse]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tipo:</strong> chá verde com aroma de jasmim<br />
<strong>Forma:</strong> folhas inteiras costuradas artesanalmente em formato de flor<br />
<strong>Origem:</strong> Yunnan, China<br />
<strong> Importadora:</strong> <a href="http://www.tealosophy.com/" target="_blank">Tealosophy</a> – Inés Berton<br />
<strong>Quanto:</strong> $ 12 (unidade)<br />
<strong>Cafeína:</strong> sim</p>
<p>Gostaria de contar um pouco de história e como este belo chá é produzido artesanalmente em Yunnan, na China, a 1.500 metros de altitude. Mas tenho um colega pontual ao meu lado, avisando que se o corpo reclama, o tempo é de cama. O estalar dos ponteiros incomoda nas horas mais impróprias.</p>
<p>A tarde foi longa e cansativa, mas rendeu o florescer mais lindo que já vi. É o desabrochar das folhas deste chá, chamado Jasmine Pagoda, que compartilho por aqui. O delicado sabor e aroma adocicado não ultrapassam a tevê virtual, mas é a beleza que mais encanta.</p>
<p>O vídeo em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Time-lapse" target="_blank">time lapse</a>, como já devem imaginar os visitantes mais frequentes, foi obra do <a href="http://www.robertoseba.com/" target="_blank">Roberto Seba</a>. Preparou luz, câmera e ação e aguentou firme nos momentos em que torrei sua paciência.</p>
<p>Se quiserem trocar uma ideia sobre este chá nos comentários, será um prazer! Por enquanto, espero que aproveitem o vídeo!</p>
<p><object width="400" height="300" data="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8807111&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=c9ff23&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8807111&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=c9ff23&amp;fullscreen=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>José Orgânico Sortido</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 19:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

		<category><![CDATA[canela]]></category>

		<category><![CDATA[chá preto]]></category>

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		<category><![CDATA[wine site]]></category>

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		<description><![CDATA[Em saquinho, argentino, queridinho do Alain Ducasse e agora no Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tipos:</strong> chá preto com rosa mosqueta, chá preto com cravo e canela, mate tostado, mate tostado com gengibre, infusão de hortelã, cedrina (também conhecida como limonete), melissa (também conhecida como erva-cidreira) e coentro.<br />
<strong>Forma:</strong> folhas partidas embaladas em saquinhos de malha fina de náilon<br />
<strong>Origem:</strong> Argentina<br />
<strong>Fabricante:</strong> <a href="http://www.jose-organic.com/" target="_blank">José</a><br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 13,50 (pacote sortido: 5 sabores, 20 saquinhos)<strong><br />
Cafeína:</strong> sim para pretos e mates e não para a infusão de ervas</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-563" title="Embalagem José Organic Sortido" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose01.jpg" alt="Embalagem José Organic Sortido" width="384" height="139" /></a></p>
<p>Confira o resultado na xícara das infusões José Organic que pude provar. Foram degustadas as infusões da embalagem sortida, com cinco diferentes sabores. No Brasil, é possível encontrar embalagens com sabores únicos, mas sugiro que na primeira compra a opção seja pelo pacote sortido. Assim você prova vários tipos e depois, se preferir, pode adquirir o blend único que mais gostar.</p>
<p>O visual da embalagem é puro design e ao abrir a caixinha é possível sentir um aroma muito agradável de cidreira. O que pode ser o céu ou o inferno, dependendo da exigência de quem prova, pois o cheirinho ou conquista de primeira ou deixa a impressão que os diferentes sabores foram contaminados por um aroma só.</p>
<p>Gostei das instruções do modo de preparo. Objetiva, correta e honesta, deixa que o consumidor faça do seu jeito em vez de indicar um padrão. Diz o seguinte: “Despeje água quente, um pouco antes de ferver, em uma xícara de chá. Coloque um saquinho e deixe em infusão até o aroma e o sabor ficarem a seu gosto. Se preferir, adoce”. Além disso, as infusões são embaladas em malha fina de náilon alimentício, transparente, que permite ver o que será consumido. Toda a produção das infusões José é realizada com técnicas orgânicas, em fazendas argentinas.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-564" title="Cinco diferentes tipos de infusões José" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose02.jpg" alt="Cinco diferentes tipos de infusões José" width="403" height="269" /></a><br />
<strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose04_mate_tostado.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-565" title="Mate Tostado" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose04_mate_tostado.jpg" alt="Mate Tostado" width="141" height="106" /></a>Mate tostado</strong><br />
Após infusão de 8 minutos, o aroma foi adocicado e a coloração revelou um intenso amarelo-ouro. O sabor estava agradável, herbáceo. Tem um leve amargor no final.</p>
<p><strong><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose03_mate_gengibre.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-566" title="Mate com gengibre" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose03_mate_gengibre-300x225.jpg" alt="Mate com gengibre" width="140" height="105" /></a>Mate com gengibre</strong><br />
Antes da infusão, não pude perceber a presença do gengibre nem pelo aroma e nem pela aparência. Após a infusão (8 minutos), o aroma é semelhante ao primeiro provado, bem adocicado. O visual é também amarelo-ouro, porém um pouco mais viscoso. Tem final refrescante e depois de provar duas vezes, ao final pude sentir um leve picante.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose07_preto_rosas.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-567" title="Chá preto com rosa mosqueta" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose07_preto_rosas-300x225.jpg" alt="Chá preto com rosa mosqueta" width="147" height="111" /></a>Chá preto com rosa mosqueta</strong><br />
Aroma floral antes e após a infusão. Lembra campo. É muito fresco e tem final um pouquinho adstringente, mas não incomoda. A infusão de 3 minutos revelou uma bonita aparência avermelhada. Foi o que mais me agradou nesta degustação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose06_preto_canela_cravo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-569" title="Chá preto com canela e cravo" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose06_preto_canela_cravo-300x225.jpg" alt="Chá preto com canela e cravo" width="139" height="105" /></a>Chá preto com canela e cravo</strong><br />
Aroma presente de especiarias antes da infusão e após o cheiro se manteve fiel. O sabor revela a canela acentuada, sem apagar o sabor do chá preto. É cremoso no paladar e preserva adstringência ao final. Infusão de 3 minutos.</p>
<p><strong><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose05_hortela_melissa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-571" title="Infusão de hortelã, melissa e coentro" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/jose05_hortela_melissa-300x264.jpg" alt="Infusão de hortelã, melissa e coentro" width="144" height="126" /></a>Hortelã, melissa e coentro</strong><br />
Acho que foi este o responsável por todo o cheiro da caixinha. O senhor que apagou os aromas das outras infusões. Na infusão de 8 minutos, mostrou-se uma ótima infusão de verão. Perfeita se consumida gelada, mas também funciona quente. Na xícara, teve visual amarelo-claro e aroma refrescante, herbáceo e cítrico. Final adocicado e leve cítrico.</p>
<p><em><strong>Onde encontrar:</strong></em> <a href="http://www.wine.com.br" target="_blank">www.wine.com.br</a></p>
<p><strong>Obs.:</strong> Clique nas imagens para ampliá-las e ver os detalhes.</p>
<p><strong>PARA SABER MAIS</strong><br />
Conhecidos pela praticidade, os saquinhos de chá ainda são os mais consumidos mundialmente. Na Inglaterra, por exemplo, das 165 milhões de xícaras consumidas diariamente, 96% são feitas com o conveniente saquinho. É parte importante do movimento de mercado, embora o sabor na xícara deixe a desejar muitas vezes.</p>
<p><strong>Novo material: malha fina de náilon</strong><br />
Na tentativa de produzir uma bebida prática, porém melhor, - e claro, de olho em um segmento crescente - algumas empresas estão investindo em materiais diferentes que resultam em sabor mais íntegro e dão aos velhos teabags status de gourmet. Desde 1995, a Lipton desenvolve uma linha de folhas soltas em saquinhos de malha fina alimentícia de náilon. Seguindo a gigante, muitas companhias estão oferecendo seus chás embalados neste material, pois ao contrário do antigo saquinho de papel que envolvia a planta, a malha fina de náilon permite maior contato da infusão com a água e não tem em sua composição o cloro tão temido, encontrado na maioria dos saquinhos de papel, que afeta o sabor final.</p>
<p><strong>José Organic</strong><br />
A portenha, e em questão nesta resenha, José Organic é uma das empresas que aposta neste segmento. Fundada em 2002 por três amigos que antes trabalhavam no mercado financeiro, a marca percorreu o caminho inverso. Situada em Buenos Aires, mirou seu foco internacionalmente para depois desenvolver um trabalho local. Os chás José estão em lugares como Colette (França) e Harrods (Inglaterra), além do jornal argentino Clarín ter publicado uma matéria, informando que o chef Alain Ducasse foi quem abriu as portas de grandes restaurantes parisienses para entrada das infusões José. E também estão sendo oferecidos em muitos restaurantes de Nova Iorque.</p>
<p><strong>Dois pesos, duas medidas</strong><br />
Com toda fama, os produtos orgânicos – como o próprio nome já aponta - da José aportaram no Brasil. Mas, por enquanto, apenas uma linha de infusões da José é oferecida no país. Lá fora, a marca disponibiliza dois formatos diferentes. Existe a linha mais gourmet, em que os sachês são feitos de musselina e as folhas são inteiras e há também a linha chamada de saquinhos cristal, produzidos com a malha fina de náilon alimentícia e folhas partidas. Esta última, a linha que pude provar e que está sendo comercializada no site da Wine.</p>
<p>Muitas empresas voltadas exclusivamente para o comércio de chá torcem o nariz para o novo – para o nosso mercado ainda é novidade - material dos saquinhos de chá. A malha de náilon não é biodegradável e a ideia é que este material seja, futuramente, substituído por outro menos agressivo ao meio ambiente.</p>
<p>Não sou de optar por sachês de chá. Na maioria das vezes prefiro ver o tamanho das folhas, cheirar, tocar, sentir o que vou consumir, mas sei que os sachês fazem parte do mercado e são convenientes em muitas situações. E se os fabricantes forem aprimorando cada vez mais esse processo, como vem acontecendo, quem ganha é o consumidor e a natureza.</p>
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		<title>Chá das Cinco</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 21:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[chá das cinco]]></category>

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		<description><![CDATA[Especial Natal: biscoitinhos de gengibre e chá cítrico com especiarias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/natal_tudo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-555" title="Christmas [tea] time" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/natal_tudo.jpg" alt="Christmas [tea] time" width="338" height="480" /></a><br />
Passei todo o dia de ontem e hoje na cozinha. Fizemos em casa, embora a dois, várias comidinhas para não deixar passar o feriado natalino em branco. E como sempre foi na minha família, por aqui não faltou cor e sabor.</p>
<p>Há quem finalize as refeições, principalmente essas tão intensas que nos fazem esquecer a balança, com cafezinho. No meu caso, não dispenso um bom chá e para a data festiva de fim de ano resolvi fazer um especial, bom para o encontrinho da tarde ou após o jantar.</p>
<p>A infusão que preparei leva chá preto e ganha clima natalino com algumas especiarias e fatias de laranja e limão para dar um toque cítrico, além de poder ser consumida nas versões quente e gelada. Para ficar de bem com o nosso calor nesta época do ano, prefiro este chá geladinho, mas se você está em alguma região fria do globo, experimente fazer uma xícara bem quente. Tenho certeza: aquece e anima!</p>
<p>Para acompanhar o chá, fiz os tradicionais biscoitinhos de gengibre. Eles costumam ilustrar as festas de Natal e são deliciosos se combinados com a infusão pelo seu toque também de especiarias e o sabor presente do gengibre. Uma união de afinidades. A receita do biscoito é da Martha – diva – Stewart, mas cortei tudo pela metade para não ter desperdício. <a href="http://www.marthastewart.com/recipe/gingerbread-people?backto=true&amp;backtourl=/photogallery/gingerbread-desserts#slide_7" target="_blank">Veja aqui</a>.</p>
<p>Aproveite o chá com biscoitos independente da hora, o finalzinho de feriado natalino e as gostosuras da época, porque é só uma vez por ano (rs). Um ano novo supimpa para todos os queridos que passam por aqui e para mim também, claro!</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/_mg_9477.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-556" title="Biscoitinhos de gengibre e chá cítrico com especiarias" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/_mg_9477.jpg" alt="Biscoitinhos de gengibre e chá cítrico com especiarias" width="276" height="415" /></a></p>
<p><strong>Biscoitinhos de gengibre acompanhados de chá cítrico com especiarias</strong><br />
<em>Para o chá</em><br />
2 colheres de chá preto de sua preferência (usei um Assam)<br />
4 cravos-da-índia<br />
1 canela em rama<br />
1 fatia fina de laranja<br />
1 fatia fina de limão</p>
<p>Em uma panela, aqueça uma 250 ml de água a 90ºC, desligue o fogo e, em uma xícara, faça a infusão do chá preto. Retire as folhas de chá - ou o saquinho, se preferir - e acrescente os cravos, a canela, a laranja e o limão. Sirva quente ou gelado – neste caso, espere esfriar e leva a geladeira por 30 minutos – com biscoitos de gengibre.</p>
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		<title>Chá das Cinco</title>
		<link>http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2009/12/cha-das-cinco-13/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 19:28:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cardápio]]></category>

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		<description><![CDATA[Doce dezembro: hibisco intenso e ambrosia cremosa... Dos deuses!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/ambrosia_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-544" title="Ambrósia cremosa e Infusão de Hibisco" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/ambrosia_01-300x199.jpg" alt="Ambrósia cremosa e Infusão de Hibisco" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Aos desavisados, a postagem de hoje é continuação <a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/2009/12/cha-das-cinco-12/" target="_blank">desta aqui</a>. Durante o mês de dezembro, a inspiração para os chás da tarde vem do livro <em>Papel manteiga para embrulhar segredos: cartas culinárias</em>, de <a href="http://cristianelisboa.zip.net/" target="_blank">Cristiane Lisbôa</a>, com receitas de <a href="http://mixirica.uol.com.br/" target="_blank">Tatiana Damberg</a>. É um livrinho fofo, pequeno e cheio histórias contadas com sabor.</p>
<p>Desta vez, Senhorita descobre que Antônia envia cartas em segredo para sua Bisa. Ao iniciar as cartas doces ela narra o flagrante: “Ela descobriu. O papel-manteiga acabou no meio de uma carta em que eu falava sobre freiras portuguesas, poemas e doces de ovos. Fui até a despensa pegar mais, e deixei a carta em cima da mesa, com uma pecadora maçã em cima. Quando voltei, Senhorita comia a maçã quente, levemente assada com canela em pó e lia nossa carta.”</p>
<p>Então Antônia começa suas delícias doces não com maçã, mas com a clássica ambrosia, para ela, cremosa. O quitute me arrebatou. Logo imaginei como uma xícara deliciosa de infusão de hibisco acompanharia tão bem. Um leve azedinho para intensificar os cítricos envolvidos e amansar os açúcares da receita. Um deleite dos deuses.</p>
<p>Li que a ambrosia é uma sobremesa tradicional portuguesa. Se for assim, faz sentido com o textinho de Antônia no livro. Mas também é muito popular no interior de nossa terra. Dizem também, segundo a mitologia grega e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ambrosia" target="_blank">Wikipédia</a> (rs), que o doce era tão poderoso que se um mortal, a quem era vedado, a comesse, ganharia a imortalidade e a sensação de extrema felicidade. Sei que pode ser tudo mito, mas hoje, pelo menos por hoje, fui imortal e imensamente feliz. Bendita a ambrósia cremosa, bendita infusão de hibisco.</p>
<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/ambrosia_03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-543" title="Ambrósia Cremosa e Infusão de Hibisco" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/ambrosia_03-199x300.jpg" alt="Ambrósia Cremosa e Infusão de Hibisco" width="199" height="300" /></a></p>
<p><strong>Ambrosia cremosa acompanhada de infusão de hibisco</strong><br />
4 ovos<br />
250 g de açúcar<br />
50 ml de água<br />
Suco de meia laranja (a outra metade, você come)<br />
Suco de meio limão (a outra metade, você usa na limonada)</p>
<p>Ferva a água com o açúcar e deixe derreter muito bem. Tire do fogo e junte os ovos batidos misturados com os sucos. Volte ao fogo baixo e cozinhe, sem mexer muito, até ficar cremoso. Sirva em pequenos potes com um pouco de queijo branco ralado grosso para decorar. Gratine, se gostar (eu gosto, então gratinei!). Acompanhe com uma infusão de hibisco de cor intensa e apaixonante. Para a bebida: duas colheres de chá de hibiscos desidratados e uma xícara de água quente (90ºC). Faça a imersão dos hibiscos na água e deixe repousar por cerca de 4 a 5 minutos, ou como preferir sua infusão. Coe e aproveite! Também pode ser servida gelada.</p>
<p><strong>Obs.:</strong> A infusão de hibisco tem fama pelos seus benefícios para a saúde. Há estudos sobre seus efeitos no auxílio ao emagrecimento, pois ajuda a estimular o metabolismo, tem ação digestiva e diurética. Ainda ajuda no controle da pressão arterial. Pouco sei sobre suas funções milagrosas, mas uma busca na internet mostra os muitos caminhos dessa flor. Aos interessados, acredito que uma pesquisa mais profunda é válida e positiva. Eu fico com o sabor que, para mim, já vale a bebida. <a href="http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp?f_cod=146" target="_blank">Neste canal</a> e <a href="http://blog.opovo.com.br/exotica/flor/hibiscus-sabdariffa" target="_blank">neste</a> é possível conhecer um pouco mais sobre a planta. Lembrando que hibisco não chá, é uma tisana.</p>
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		<title>Chanoyu</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 10:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hanny</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Escrevi uma matéria sobre a cerimônia do chá. Foi um dos textos mais difíceis de construir, mas também um dos mais prazerosos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/chanoyu03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-537" title="Cerimônia Japonesa do Chá - Foto por gUi Mohallem" src="http://www.hannyguimaraes.com/rotadocha/wp-content/uploads/chanoyu03-300x199.jpg" alt="Cerimônia Japonesa do Chá - Foto por gUi Mohallem" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Na nova edição da <a href="http://revistaespresso.uol.com.br/" target="_blank">revista Espresso</a>, que já está nas bancas, escrevi uma matéria sobre a cerimônia japonesa do chá. Confesso: foi um dos textos mais difíceis de construir, mas também foi um dos mais prazerosos. Acompanhar algumas cerimônias, tomar o matcha (chá verde moído) e conhecer cada detalhe que move e guia a cerimônia do chá foi também aprender sobre história, cultura e vida. Pela simplicidade dos gestos dos participantes ou da sala onde é realizada a chanoyu - como é também chamada a cerimônia - pude compreender o quanto é mais difícil ser simples do que ser excesso. A gente passa a vida complicando, enchendo a tela de cores, quando muitas vezes o vazio diz muito mais.  Conseguir deixar belo um espaço em branco é mais difícil do que preenchê-lo por completo. O que me faz lembrar também do contato com o agora. Na Chanoyu, tudo é feito para que você esteja ali, conectado com aquele momento. Nem no passado, nem no futuro, apenas ali no presente. Uma das pessoas que entrevistei para escrever a matéria resumiu muito bem essa sensação:</p>
<p>“Eu sinto que a gente vive muito longe do dia. Você sonha muito com o futuro e idealiza em excesso o passado. Invariavelmente, quando você chega ao futuro, descobre que ele não era tão diferente e bom assim. É sempre quando eu conseguir um emprego, quando eu achar minha namorada, quando eu ficar rico… Esse tipo de filosofia, como a chanoyu, é como se fosse um estalo que te faz estar atento e acordado para o que está acontecendo agora. Chá para mim é uma coisa que deixa a minha vida boa agora e não daqui a cinco anos. A coisa toda da cerimônia é ter um lugar em que você tem que prestar atenção ao máximo em como constrói a casa, como trata as pessoas, como erra, o que diz, o que veste.&#8221;</p>
<p>Se você quiser conhecer um pouco mais sobre a chanoyu e ler a matéria completa, <a href="http://www.hannyguimaraes.com/?p=205" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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